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Polícia

Caso Joaquim: pai de padrasto saiu de carro na noite do sumiço, diz polícia

12 nov 2013 - 18h50
(atualizado às 18h50)
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Delegado Paulo Henrique Martins de Castro disse nesta terça-feira que morte de menino Joaquim pode ter sido premeditada
Delegado Paulo Henrique Martins de Castro disse nesta terça-feira que morte de menino Joaquim pode ter sido premeditada
Foto: Vagner Magalhães / Terra

A Polícia Civil informou nesta terça-feira que vai investigar o pai do padrasto do menino Joaquim Marques Ponte, 3 anos, encontrado morto em um rio no interior de São Paulo no último domingo, cinco dias após seu desaparecimento. Imagens de câmeras de segurança mostram o carro de Dimas Longo, pai de Guilherme Longo, saindo da casa na madrugada do sumiço da criança. O padrasto e a mãe, Natália Mingoni Ponte, são os principais suspeitos da morte do menino. As informações são do Jornal EPTV.

Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, câmeras de segurança flagraram o momento em que o carro do pai de Guilherme para em frente à casa da família na madrugada em que Joaquim desapareceu. As imagens não foram divulgadas pela polícia. “São imagens do carro saindo da garagem e retornando alguns minutos depois. Aí vamos analisar o que motivou essa saída tão rápida e o retorno. Não tenho preciso o horário, mas foi depois da 0h”, disse. O delegado acredita que o menino tenha sido retirado da residência entre 0h e 3h da última terça-feira, 5 de novembro. 

Castro também falou sobre a reação que o padrasto teve quando recebeu a notícia de que o corpo do menino havia sido encontrado. Guilherme foi informado por jornalistas na porta de casa e comentou: “Foi reconhecido? Maravilha. A gente vai dar uma ligada agora para os advogados e ver o que está acontecendo.”

“É uma reação fria. A princípio, é uma reação fria. Eu já solicitei essa fita (da declaração do padrasto) para que a gente possa analisar e anexar no inquérito policial”, afirmou o delegado.

A Justiça acatou hoje o pedido de quebra de sigilo telefônico de Guilherme e Natália. Os dois tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada. Segundo a polícia, a expectativa é de que até o término deste prazo, os laudos e provas periciais estejam prontos para reforçar as hipóteses levantadas pela investigação. Além disso, a polícia aguarda os resultados dos exames necroscópicos para comprovar a causa da morte de Joaquim.

Desaparecimento
O corpo de Joaquim foi encontrado neste domingo, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade na qual o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. O menino era diabético e vivia com a mãe, o padrasto e o irmão Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

Fonte: Terra
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