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Polícia

Após 18 anos, um dos líderes do assalto ao Banco Central de Fortaleza é preso em SP

Chamado de 'Bocão', o condenado foi encontrado na cidade de Sumaré, no interior paulista

20 set 2023 - 18h16
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Na casa foram encontrados 1 kg de cocaína, 1,5 kg de maconha, balanças de precisão, dinheiro e diversos aparelhos de telefone celular.
Na casa foram encontrados 1 kg de cocaína, 1,5 kg de maconha, balanças de precisão, dinheiro e diversos aparelhos de telefone celular.
Foto: Divulgação/SSP

Foi preso, na tarde de terça-feira, 19, um dos líderes do assalto ao Banco Central de Fortaleza, 18 anos após o crime, ocorrido em 2005. O homem, conhecido como "Bocão", foi encontrado na cidade de Sumaré, no interior de São Paulo.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), a prisão foi feita após um trabalho de inteligência da Polícia Militar, que descobriu  o paradeiro do criminoso. Bocão foi condenado a 29 anos de prisão e estava foragido há anos.

Na casa onde ele estava, no bairro de Jardim Salermo, os policiais encontraram 1 kg de cocaína, 1,5 kg de maconha, balanças de precisão, dinheiro e diversos aparelhos de telefone celular. Segundo os agentes, a casa funcionava como um centro de distribuição de drogas em Sumaré.

Além de Bocão, dois homens e uma mulher  que estavam no imóvel também foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles foram levados para 77º DP e passaram por audiência de custódia nesta quarta-feira (20).

O assalto ao Banco Central

Considerado até hoje como o maior assalto da história do país, a quadrilha levou cerca de R$ 165 milhões ao invadir o Banco Central de Fortaleza. O crime aconteceu em agosto de 2005.

A quadrilha atravessou um túnel de 80 metros até o cofre do banco. Outros 15 reús já foram sentenciados pelo furto - ao todo, a quadrilha seria formada por 36 integrantes.

Em 2018, um outro líder do assalto milionário também foi preso. Raimundo Laurindo Barbosa Neto foi encontrado em Boa Viagem, a pouco mais de 200 km de Fortaleza. Outro suspeito, Adelilno Angelim de Sousa Neto, havia sido preso dias antes, no Distrito Federal.

Fonte: Redação Terra
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