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Polícia

AL: após IML jogar provas de homicídio no lixo, suspeito é solto

12 mar 2012 - 19h21
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Odilon Rios
Direto de Maceió

Suspeito de matar uma estudante de Fisioterapia em junho do ano passado, o empresário Toni Bandeira foi libertado nesta segunda-feira, após o desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas Orlando Manso considerar que não há provas contra ele. Em 2011, o Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, admitiu que jogou no lixo lençóis e roupas que estavam com Giovanna Tenório quando o corpo foi encontrado. Segundo a direção, não havia lugar no prédio para guardar o material.

Manso levou em conta na decisão também o fato de o Ministério Público não ter oferecido denúncia contra o empresário. "Não havia provas contra ele, por isso ele não foi denunciado. Nem o caminhoneiro que também foi investigado pela polícia. Então, porque ele deveria continuar preso?", afirmou.

Para a polícia, o caminhoneiro teria sido o autor material da morte da universitária. Já Toni e sua mulher, Mirella Granconato, teriam tramado o crime. Giovanna teria tido um relacionamento amoroso com Toni e passou a receber ameaças, por telefone.

O empresário chegou a ser preso e libertado ainda no ano passado. Ele usava tornozeleira eletrônica, mas, de acordo com a polícia, tentou romper o equipamento e acabou novamente preso.

Fonte: Especial para Terra
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