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Polícia

Acusado de matar empresário nos Jardins é preso em SP

Ladrão diz que jogou o relógio roubado da vítima, avaliado em R$ 170 mil, no rio Pinheiros

22 mar 2013 - 18h14
(atualizado às 18h26)
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Arma usado pelo bandido para matar o empresário João Alberto de Camargo Cardoso, 70 anos
Arma usado pelo bandido para matar o empresário João Alberto de Camargo Cardoso, 70 anos
Foto: Vagner Magalhães / Terra

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira, em Embu das Artes, na Grande São Paulo, William Garcia dos Santos, 21 anos, acusado de matar o empresário João Alberto de Camargo Cardoso, 70 anos. No dia 27 de fevereiro, Cardoso foi vítima de um assalto, quando chegava à sua imobiliária, no bairro dos Jardins. Cardoso foi morto com três tiros e o assaltante levou dele um relógio da marca Patek Philippe, avaliado em cerca de R$ 170 mil.

O delegado titular da Divisão de Investigações de Crimes contra o Patrimônio, Antonio de Olim, afirmou que a arma que foi utilizada no crime foi apreendida e reconhecida por ter uma característica particular.

"A arma estava sem o revestimento de madeira na empunhadura. A secretária do empresário havia nos dado essa informação. Que era uma arma velha, enferrujada e pequena. Trata-se de um revólver calibre 38, de cano curto, que foi encontrado na casa de William", disse ele.

À polícia, o acusado disse que ficou apavorado após o crime e que teria jogado o relógio no rio Pinheiros. Nesta tarde, a polícia ainda faz buscas na casa do acusado.

"Ele contou que ficou sujo de sangue e que, ao passar pela ponte Cidade Jardim, viu um carro de polícia e decidiu se desfazer do relógio, jogando o objeto de cima da ponte", disse o delegado.

O acusado teria afirmado aos policiais que a moto utilizada no dia do crime foi vendida por R$ 500 - havia sido comprada em um leilão - e que colocou fogo na roupa que estava com ele durante o assalto, assim como no capacete.

O delegado Fábio Laino Cafisso, da 3ª Delegacia de Crimes contra o Patrimônio, acredita que ele não tenha agido sozinho e seguem as investigações para a prisão de outras pessoas.

"O réu fala que agiu sozinho. Que viu a vítima com o relógio no trânsito e a seguiu por ver que o empresário estava em um carro blindado. Esses detalhes serão apurados com o passar do tempo. Ele fala que agiu sozinho", disse ele. O acusado está em prisão temporária, acusado de porte ilegal de arma e latrocínio - roubo seguido de morte.

Fonte: Terra
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