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PF prende 8 suspeitos de participação em quadrilha que lavou R$2 bilhões do tráfico de drogas

12 jul 2023 - 13h27
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A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira oito pessoas acusadas de integrarem uma quadrilha suspeita de lavar 2 bilhões de reais oriundos do tráfico de drogas e de outros crimes relacionados, informou a PF.

Os suspeitos, de acordo com a PF, usavam mais de 20 empresas de fachada para a abertura de contas usadas na movimentação dos valores ilícitos, e também fizeram lavagem de recursos através de criptomoedas.

A investigação apontou a realização de transações financeiras e negociações envolvendo o Brasil e países da Europa, América do Norte e América do Sul.

"Alguns alvos da operação ostentavam vida de luxo e residiam em imóveis de alto padrão, além de possuírem veículos importados de elevado valor, bem como realizavam viagens internacionais de maneira constante", disse a PF em comunicado.

A operação desta quarta-feira foi realizada nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul para cumprir 11 mandados de prisão preventiva e 29 mandados de busca e apreensão no total.

O grupo investigado movimentou desde 2017 mais de 2 bilhões de reais, segundo a polícia.

A 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro determinou ainda o sequestro de bens e valores em nome dos investigados, parentes, pessoas próximas e empresas de fachada no valor de 250 milhões de reais.

Mais de 2 milhões de reais em espécie e veículos de luxo foram apreendidos no curso da operação. Segundo a PF, a ação é desdobramento de operações deflagradas no Rio de Janeiro nos anos de 2021 e 2022 contra o envio de drogas por navios para a Europa.

"As apurações constataram que dois núcleos distintos, com formas de atuação semelhantes e comandados por estrangeiros, prestavam aos investigados por tráfico de drogas suporte financeiro por meio do branqueamento de capitais", disse a PF em comunicado.

"Uma casa de câmbio no Rio de Janeiro foi identificada como responsável pela internalização de valores provenientes de outros países para o pagamento de traficantes no Brasil", acrescentou.

Os alvos da operação são acusados de crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira e lavagem de capitais, cujas penas podem alcançar 30 anos de prisão.

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