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No Cristo Redentor, universidades pedem justiça climática

Evento encerrou II Encontro Sinodal de Reitores de Universidades

25 mai 2025 - 10h21
(atualizado às 10h31)
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Os integrantes da Rede Universitária para o Cuidado da Casa Comum (RUC), que se reuniram no Rio de Janeiro, lançaram um chamado global por justiça climática durante um evento ocorrido aos pés do Cristo Redentor.

Evento celebrou os 10 anos da encíclica Laudato Si', lançada em 2015 pelo papa Francisco
Evento celebrou os 10 anos da encíclica Laudato Si', lançada em 2015 pelo papa Francisco
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O encontro marcou o encerramento do II Encontro Sinodal de Reitores de Universidades, realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O evento reuniu pessoa de mais de 230 faculdades públicas e privadas, além de ter celebrado os 10 anos da encíclica Laudato Si', lançada em 2015 pelo papa Francisco.

Os membros da RUC declararam que crise climática enfrentada pelo planeta "não é uma ameaça futura", mas uma "realidade presente que tem maior impacto sobre os povos e territórios mais vulneráveis". Além disso, o texto cobra mais ações das instituições de ensino em razão de suas "responsabilidades ética, científica e pedagógica".

O documento ainda menciona "um apelo urgente ao exercício efetivo da justiça ecológica, social e ambiental que atenda aos clamores da Terra e dos povos mais desfavorecidos".

Mencionado o Acordo de Paris, a RUC convidou os países, atores financeiros e organizações multilaterais a promoverem o "equilíbrio entre a dívida pública dos países menos industrializados e a dívida ecológica dos países mais desenvolvidos".

O texto é finalizado pedindo um "diálogo sincero" e uma "escuta atenta" para "concordar com estratégias globais de cuidado compartilhado".

O Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe (CELAM), através de seu secretário-geral, dom Lizardo Estrada, mencionou que não é mais possível "ignorar que vivemos uma única crise, tanto climática quanto social".

O religioso acrescentou que "não podemos permanecer em silêncio quando nossos povos sofrem deslocamentos, doenças e a perda de suas raízes e cultura como consequência direta da degradação ambiental". 

Ansa - Brasil
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