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Latam demite piloto preso por suspeita de chefiar rede de exploração sexual e abuso de crianças

Ele foi preso na última segunda-feira, 9, após ser retirado da aeronave no Aeroporto de Congonhas; Segundo a Polícia Civil, Sérgio Antônio Lopes teria 'comprado' três meninas. Defesa não foi localizada

11 fev 2026 - 16h07
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A companhia aérea Latam demitiu nesta quarta-feira, 11, o piloto de avião Sérgio Antônio Lopes, de 62 anos, suspeito de chefiar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. Em nota, a Latam afirmou que Lopes "não faz mais parte do seu quadro de colaboradores".

"A companhia adota a política de tolerância zero para ações e atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com as investigações", concluiu a companhia aérea. A reportagem tenta contato com a defesa dos suspeitos.

Piloto é preso dentro de avião no aeroporto de Congonhas suspeito de manter rede de abuso sexual infantil. Segundo as investigações, ele levava para motéis menores de idade com documento falso. Uma mulher de 55 anos também foi presa acusada de aliciar as próprias netas.
Piloto é preso dentro de avião no aeroporto de Congonhas suspeito de manter rede de abuso sexual infantil. Segundo as investigações, ele levava para motéis menores de idade com documento falso. Uma mulher de 55 anos também foi presa acusada de aliciar as próprias netas.
Foto: Reprodução/TV Globo / Estadão

Piloto há cerca de 30 anos, ele foi preso na última segunda-feira, 9, após ser retirado da aeronave no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, Lopes participa do esquema de pornografia infantil e estupro de vulnerável há ao menos oito anos. Ele teria "comprado" três meninas de 10, 12 e 14 anos, netas de Denise Moreo, de 55 anos. Ela também foi presa durante a operação.

A delegada Ivalda Aleixo, diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação afirmou em coletiva que "quando ele tinha contato físico com as crianças, ele as estuprava". Lopes usava documentos falsos para conseguir levar crianças e adolescentes a motéis.

Estadão
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