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Jovem é assassinada a tiros pelo companheiro em Osasco

Morte de Stephanie Cleude Neves da Silva foi registrada como feminicídio; homem fugiu após o crime

11 nov 2019 - 09h01
(atualizado às 09h21)
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Foto: Reprodução

Uma mulher de 19 anos foi morta a tiros em Osasco, na Grande São Paulo, na madrugada deste domingo, 10. O principal suspeito de ter cometido o assassinato é o seu companheiro, que está foragido.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência e, no local, encontrou a vítima, Stephanie Cleude Neves da Silva, caída com ferimentos na cabeça na Avenida José Zanardo, no bairro Santa Fé.

Stephanie foi socorrida e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Menck, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Testemunhas afirmaram à Polícia Civil que o companheiro da vítima, de 21 anos, fugiu após o crime. Em nota, a SSP informou que o diligências estão em andamento para "localizar o autor do crime e esclarecer os fatos".

A perícia foi enviada ao local do assassinato. O caso foi registrado como feminicídio no 10º Distrito Policial de Osasco (Jardim Helena Maria) e será investigado pelo 7º DP (Vila Menck), responsável pela área.

Feminicídio como crime imprescritível e inafiançável

Na semana passada, o Senado aprovou uma proposta que define o feminicídio e o estupro como crime inafiançável (sem direito a pagamento de fiança para liberdade) e imprescritível (sem possibilidade de prescrever por não ter sido julgado).

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES) acrescenta os crimes no mesmo critério do racismo, que não pode prescrever ou ter fiança. A aprovação foi unânime, com 58 votos favoráveis em primeiro turno e 60 votos favoráveis em segundo turno, quando o quórum foi ligeiramente maior. Por ter sido originada no Senado, a PEC agora segue para análise da Câmara dos Deputados.

O argumento dos senadores é dar uma resposta rápida para punir e combater o homicídio contra as mulheres.

Estadão
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