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Grupo que invadiu Instituto Lula protesta em evento com Dilma

25 jan 2013 - 22h49
(atualizado às 22h53)
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Um grupo de moradores do assentamento Milton Santos, localizado na região de Americana (SP), que na última quarta-feira ocupou a sede do Instituto Lula, na zona sul de São Paulo, aproveitou a participação da presidente Dilma Rousseff em um evento oficial na capital paulista nesta sexta-feira para pedir que o governo federal desaproprie o local onde moram. Os sem-terra pediam ajuda para não ter de deixar o local, já que uma ordem de despejo determina que os moradores, que vivem há sete anos na região, saiam de lá até o dia 31 deste mês e alegam não ter para onde ir.

Um grupo de moradores do assentamento Milton Santos, localizado na região de Americana (SP), que na última quarta-feira ocupou a sede do Instituto Lula na zona sul de São Paulo, aproveitou a participação da presidente Dilma Rousseff em um evento oficial na capital paulista nesta sexta-feira para pedir que o governo federal desaproprie o local onde moram
Um grupo de moradores do assentamento Milton Santos, localizado na região de Americana (SP), que na última quarta-feira ocupou a sede do Instituto Lula na zona sul de São Paulo, aproveitou a participação da presidente Dilma Rousseff em um evento oficial na capital paulista nesta sexta-feira para pedir que o governo federal desaproprie o local onde moram
Foto: Fernando Borges / Terra

Dilma e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, inauguraram 300 unidades habitacionais na zona leste do programa Minha Casa, Minha Vida. Enquanto eles discursavam, cerca de 10 pessoas levantavam cartazes e gritavam "assina o decreto, Dilma".

Em seu discurso, Dilma afirmou que se esforçará para acabar com as "favelas e moradias indignas", elogiou o trabalho dos movimentos sociais de luta por moradia, mas não mencionou a manifestação, que foi pacífica e ocorreu ao fundo da tenda onde acontecia o evento.

De acordo com Vandré Paladini Ferreira, advogado das famílias, a assinatura de decreto presidencial de desapropriação por interesse social seria a única forma de garantir a permanência das 70 famílias que vivem no assentamento de 103 hectares. Entretanto, o proprietário do terreno ganhou liminar na Justiça assegurando a reintegração de posse.

Fonte: Terra
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