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André Mendonça é o novo relator do caso Master no STF

13 fev 2026 - 07h53
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal ‌Federal (STF), é o novo relator do caso envolvendo o Banco Master na corte, informou o tribunal na noite de quinta-feira, após divulgação de nota assinada pelos 10 juízes no tribunal na qual foi anunciada a saída do ministro ⁠Dias Toffoli da relatoria do caso.

Toffoli decidiu deixar a relatoria ‌do caso Master no Supremo na quinta, após um dia de fortes pressões com o aumento dos questionamentos ‌sobre a condução do magistrado nessa ‌investigação e o surgimento de novas informações envolvendo ⁠o próprio ministro com o dono do Master, Daniel Vorcaro.

A Polícia Federal informou, em relatório sobre as investigações sobre o Master encaminhado ao presidente do STF, Edson Fachin, que existem indícios que apontam para a suspeição de Toffoli ‌para conduzir o caso, embora a corporação não tenha requerido ‌que o ministro fosse ⁠declarado suspeito.

Mais ⁠cedo na quinta, o gabinete de Toffoli reconheceu em nota ter ⁠tido uma participação societária em ‌uma empresa que ‌realizou uma negociação imobiliária com um cunhado de Vorcaro, mas negou ter recebido "valores" do presidente da instituição bancária.

Toffoli afirmou ainda que a operação imobiliária -- na qual ele ⁠recebeu dividendos como cotista e não administrador da empresa -- ocorreu meses antes de ele assumir a relatoria do caso Master no STF, garantindo que "jamais teve qualquer relação de amizade e muito menos ‌amizade íntima com o investigado Daniel Vorcaro".

O Banco Master foi liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro do ano ⁠passado, em meio a uma investigação da Polícia Federal sobre suposta fraude envolvendo a negociação de títulos de crédito inexistentes, além do que o BC descreveu como uma grave crise de liquidez, forte deterioração financeira e sérias violações de normas.

Seu colapso atraiu atenção após a instituição financeira comercial ter se expandido rapidamente vendendo títulos de alto rendimento comercializados com cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O FGC, de capital privado, estimou o pagamento de R$40,6 bilhões a cerca de 800 mil investidores após a liquidação do banco.

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