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Convertido, Jesus Luz confessa: 'Tinha preconceito com candomblé'

DJ recebeu críticas por levar a filha ao centro; criança também vai a cultos evangélicos com a mãe

11 fev 2025 - 10h51
(atualizado às 15h06)
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Jesus Luz | Joaquim Lopes, Igor [Líder religioso] e Jesus Luz
Jesus Luz | Joaquim Lopes, Igor [Líder religioso] e Jesus Luz
Foto: @Instagram | reprodução

Na última semana, Jesus Luz, de 38 anos, foi alvo de ataques após anunciar sua conversão ao candomblé. Nesta terça-feira, 11, ele confessou que, antes de conhecer a religião de matriz africana, também tinha preconceito em relação a ela.

“Me perguntei: ‘Por que esse sentimento existe dentro de mim?’. Quando conheci meu babalorixá, Igor de Xangô, foi uma conexão de almas, um encontro. Quando entrei no centro, no terreiro, tive a sensação de estar no lugar certo. Descobri que minha ligação com o candomblé é ancestral, com certeza. Senti o chamado, foi algo intuitivo. Quando cheguei lá, percebi que estava no lugar certo”, disse Jesus Luz ao Gshow.

Iniciado na religião, o modelo frequenta o mesmo centro que alguns famosos, como Joaquim Lopes, Bruno Gagliasso e Anitta. Empolgado, ele já levou a filha, Malena, de 8 anos, para conhecer o local.

O registro de pai e filha nas redes sociais, no entanto, gerou críticas a Jesus Luz. Apesar do episódio de intolerância religiosa, ele reconhece que, no início, também teve receio de levar sua pequena ao centro, mas a própria criança o tranquilizou.

“[Perguntei e] ela me respondeu: ‘Medo de quê, papai?’. Foi ali que percebi que estava tudo bem e que estava agindo de forma positiva com [minha filha]. Fiquei muito feliz e satisfeito. E assim, estou somando para ela, tenho certeza.”

Segundo Jesus Luz, além do candomblé, Malena também frequenta a igreja evangélica com a mãe, Carol Ramiro. Para ele, essa pluralidade religiosa apenas "enriquece a criança", e ele se considera "prova viva" disso.

Familiares, amigos e pessoas próximas dizem ter notado mudanças positivas em seu comportamento desde que começou a frequentar o candomblé. Ele próprio percebe transformações, como mais autoconfiança e entusiasmo pela vida.

“Me sinto mais protegido. Sinto que pertenço àquele lugar, àquelas práticas. Me sinto muito melhor do que antes de conhecer o candomblé. Com certeza, tem me feito muito bem, e essa melhora vem sendo observada pelas pessoas que me amam.”

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Fonte: Redação Terra
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