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Vôlei

Italianos chamam Brasil de "tanque de guerra" e destacam hegemonia

11 out 2010 - 09h16
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Celso Paiva
Direto de Roma

Os jornais italianos se renderam a mais uma conquista de título mundial da Seleção Brasileira. Mesmo dando destaque maior para a frustração com o fato da equipe italiana ter ficado fora do pódio, os principais diários de esporte do país deram um espaço cheio de elogios para o grupo de Bernardinho, destacando o feito de se sagrar tricampeão consecutivo.

A Gazzetta dello Sport trouxe em sua manchete: "Sempre Brasil. Contra Cuba um histórico tri". O periódico lembra que o Brasil, com o terceiro título seguido, igualou a marca da Itália da década de 90 e afirma que o time verde e amarelo vive um ciclo fantástico com oito títulos da Liga Mundial, duas Copas do Mundo, além da medalha de ouro olímpica em 2004, em que o único inconveniente foi a medalha de prata em Pequim, na derrota para os Estados Unidos na decisão dos Jogos Olímpicos.

O diário destaca ainda que a Seleção superou nestes anos algumas polêmicas como a saída tumultuada do levantador Ricardinho, as críticas a Bernardinho de estar fazendo nepotismo com a presença do filho Bruninho na equipe, além das hostilidades que o grupo sofreu dentro do Mundial na Itália por conta da polêmica derrota contra a Bulgária.

Sobre o jogo, a Gazzetta dello Sport afirmou que todos esperavam uma partida equilibrada, mas o que se viu em quadra foi a equipe verde e amarelo parecendo um "tanque de guerra", principalmente graças às figuras do oposto Leandro Vissotto e do ponteiro Murilo, eleito melhor jogador da competição.

O Corriere dello Sport também fala sobre o fato do Brasil ter igualado a marca italiana, mas lembra que Bernardinho se transformou no primeiro técnico na história a conquistar três títulos consecutivos, já que a Itália da década de 90 teve dois técnicos diferentes em suas conquistas: o argentino Julio Velasco e o brasileiro Bebeto de Freitas.

Segundo o jornal, a medalha de ouro tem um gosto diferente depois da prata nos Jogos Olímpicos de Pequim. O diário destaca ainda o crescimento de Bruninho, que "conseguiu acabar com a polêmica por ser filho de Bernardinho e mostrar que pode sim dar sequência ao trabalho de Maurício e Ricardinho".

Para o Corriere, a Seleção conseguiu superar diversos problemas, como a ausência de Marlon no início, e apagar a chamada "partida da vergonha" contra a Bulgária, em Ancona, mostrando na reta decisiva, contra a anfitriã Itália e contra Cuba que merecia ser campeã mais uma vez.

Foto: Reprodução
Fonte: Terra
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