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Carille vive sob a sombra do passado e sofre com o presente

16 mai 2019
13h40
atualizado às 13h40
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O tricampeonato paulista e o título brasileiro logo no primeiro ano como técnico do Corinthians deram a Carille um crédito que poucos profissionais já experimentaram no Timão.

Carille inflou o otimismo da Fiel ao constatar que teria um grupo com muito mais opções do que aquele de 2017
Carille inflou o otimismo da Fiel ao constatar que teria um grupo com muito mais opções do que aquele de 2017
Foto: Marcello Zambrana/Agif / Estadão

Só que a volta com status de salvador, depois da rápida passagem pelo futebol árabe, e a contratação de uma dezena de reforços elevaram as expectativas sobre como seria o Corinthians nessa temporada. E Carille tratou de inflar o otimismo da Fiel ao constatar que teria um grupo com muito mais opções do que aquele de 2017.

Foi a primeira cilada em que o técnico se enfiou. O fraco futebol apresentado, apesar do título paulista, os poucos gols marcados, a frustração com o desempenho da maioria dos reforços, tudo isso gerou cobranças sobre o novo Corinthians.

Sem conseguir arrumar o time à maneira que ele gostaria, o técnico tratou de prometer que depois da parada no Brasileirão tudo vai ser diferente, porque enfim ele terá tempo para deixar o Corinthians do jeito que a Fiel gosta.

Sustentado pelo passado e apostando no futuro, Carille vira refém do presente e pode ter criado uma nova armadilha, que pode ser fatal se os resultados não aparecerem depois da Copa América. 

Paradinha Esportiva

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