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5 finais inesquecíveis de Corinthians x São Paulo

20 abr 2019
10h54
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Corintianos e tricolores decidem mais uma vez o Paulistão. E apesar de terem ficado 16 anos sem se enfrentarem em uma final, o clássico já faz parte da história e coroou dois irmãos: Sócrates e Raí. Relembre abaixo 5 decisões que marcaram o Majestoso:

1982 - Vitória da democracia 

O Corinthians venceu o primeiro turno e o São Paulo faturou o segundo. Em busca do tri, o Tricolor de Oscar, Darío Pereira, Serginho e Zé Sérgio não foi páreo para os democratas corintianos Sócrates, Casagrande, Zenon e Wladimir. Duas vitórias alvinegras: a última por 3 x 1, com direito a gol de Biro-Biro por debaixo das pernas de Waldir Peres.

1983 - O bi com a assinatura de Sócrates 

Corinthians e São Paulo, agora reforçado por Careca, outra vez dominaram o Paulistão. Só que na decisão a classe do Dr. Sócrates falou mais alto. Vitória no primeiro jogo por 1 x 0 com um golaço do Magrão. No segundo jogo, Leão pegou até pensamento e Sócrates marcou outra vez. Marcão ainda empatou nos acréscimos, mas o bi já estava garantido.

Sócrates comemora gol marcado na primeira final de 1983
Sócrates comemora gol marcado na primeira final de 1983
Foto: Gazeta Press

1987 - Os Menudos Muller e Silas 

Depois de terminar o primeiro turno em antepenúltimo lugar, o Corinthians venceu o segundo turno e garantiu vaga na semifinal. Só que na decisão, o Tricolor de Muller, Silas e do técnico Cilinho levou a melhor. Venceu a primeira partida por 2 x 1, com gols de Edivaldo e Lê, e depois segurou o 0 x 0 no segundo jogo para ficar com o título. Neto, que depois faria história no Timão, tinha sido emprestado pelo Guarani ao Tricolor e entrou durante os dois jogos.

1991 - O Paulistão de Raí e de Telê

Depois de perder a decisão do Campeonato Brasileiro de 90 para o Timão, o São Paulo, dirigido por Telê Santana, se vingou no Paulista do ano seguinte. Venceu com três gols de Raí a primeira partida por 3 x 0 e depois só administrou a vantagem no segundo jogo, que terminou 0 x 0. O Corinthians não teve Neto na final. Ele cumpria suspensão por ter dado uma cusparada no árbitro José Aparecido de Oliveira.

1998 - A volta triunfal de Raí 

O Corinthians de Marcelinho, Rincón, Gamarra, Vampeta e Luxemburgo levou a melhor na primeira partida da decisão e venceu por 2 x 1. No segundo jogo, o Tricolor, que acabara de repatriar Raí depois de cinco anos, inscreveu o reforço para disputar a partida decisiva. E ele fez a diferença, abrindo o placar com um gol de cabeça. Didi empatou para o Timão, mas Raí tabelou com França e deixou o atacante na boa para botar o Tricolor na frente outra vez. O próprio França ainda faria o terceiro. Outro título com a assinatura de Raí.

Raí é acompanhado de perto por Sylvinho na final disputada em 1998
Raí é acompanhado de perto por Sylvinho na final disputada em 1998
Foto: Gazeta Press
Paradinha Esportiva
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