Náútico reforça segurança temendo invasão do CT por torcidas organizadas
O Clube Nautico capibaribe decidiu reforçar a segurança no seu centro de treinamento pelo receio de uma possível invasão de torcidas organizadas.
O Clube Nautico capibaribe decidiu reforçar a segurança no seu centro de treinamento, no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, pelo receio de uma possível invasão de torcidas organizadas insatisfeitas com a equipe técnica do clube.
A medida, que iniciou na segunda-feira, 20 de abril, se estende ao feriado de Tiradentes, nesta terça-feira, 21. A informação é do repórter Raldney Alves, da Rádio Jornal.
Embora na segunda-feira não tenha sido registrada a presença de torcidas organizadas, o clube preferiu manter o esquema de segurança, pedindo inclusive suporte da Polícia Militar por prevenção.
O receio com a integridade do local se dá após o Náutico ser derrotado nas duas últimas partidas da Série B do Brasileiro, contra Ceará e São Bernardo, em que as organizadas contestaram o trabalho dos técnicos Hélio e Guilherme dos Anjos.
No próximo confronto o alvirrubro enfrenta o mineiro Athletic, fora de casa, na segunda-feira (27), às 19h. O Timbu ocupa a 14ª colocação na competição com seis pontos somados em cinco jogos.
Invasão em 2024
Em junho de 2024 um grupo de torcedores do Náutico invadiu o centro de treinamento do clube para cobrar por resultados. O episódio aconteceu depois de o clube perder na Série C para o São José. Naquele momento a equipe pernambucana somava sete pontos em seis jogos, e ocupava a 12° colocação na tabela.
À época, após o ocorrido, o clube se posicionou e afirmou que a ação 'não agrega em nada e muito menos se traduz em resultados'. O capitão alvirrubro era o zagueiro Rafael Vaz, que se posicionou sobre o epsódio:
"Acho que eles têm direito de cobrar, mas não aceito tanto pela forma que foi. Chegaram agredindo um trabalhador, um pai de família e isso daí a gente fica chateado. Estamos chateados com toda a situação, não é só esse momento. Os jogadores sabem que estão devendo. Seria hipócrita falar que o clube e os jogadores não sentem o momento que estamos vivendo. Prefiro usar poucas palavras e usar mais trabalho".
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