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Motociclismo

Marini vê segunda metade de temporada "incrível" e avisa: "Estou otimista para 2023"

Piloto da VR46 destacou que 2022 foi um ano de aprendizado e crescimento na classe rainha do Mundial de Motovelocidade e, por isso, acha que pode almejar vitória na próxima temporada

2 jan 2023 - 05h31
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Luca Marini elogiou a Ducati pelo trabalho feito com a moto de 2022
Luca Marini elogiou a Ducati pelo trabalho feito com a moto de 2022
Foto: Divulgação/MotoGP / Grande Prêmio

Luca Marini fechou a temporada 2022 da MotoGP com um balanço positivo. Confiante de que aprendeu e cresceu, o italiano de Tavullia acredita que agora pode pensar em voos mais altos na próxima temporada e, inclusive, mirar a vitória.

Na temporada de estreia da VR46 na MotoGP, a equipe conseguiu um pódio e uma pole, mas ambos com o estreante Marco Bezzecchi. Luca, porém, conseguiu dois quartos lugares como melhores resultados no ano e fechou 2022 com o 13º posto no Mundial de Pilotos.

Luca Marini se mostrou confiante para a temporada 2023 da MotoGP
Luca Marini se mostrou confiante para a temporada 2023 da MotoGP
Foto: VR46 / Grande Prêmio

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Em declarações divulgadas à imprensa pela equipe italiana, Marini celebrou o crescimento em termos de performance na segunda metade de 2022 e se mostrou otimista para o campeonato deste ano.

"A segunda metade de campeonato, em termos de resultados, foi incrível", disse Marini. "Estou realmente otimista para 2023, pois nesta temporada nós aprendemos, crescemos e, no próximo ano, temos de mirar alto, na vitória", seguiu.

"Estive próximo do pódio muitas vezes. Em alguns momentos, pareceu realmente que estava ao meu alcance", falou. "O que deu errado? Só tem três lugares no pódio! Não há um motivo real que explique, estivemos frequentemente entre os mais rápidos da pista, mas não é fácil ser um desses três no fim da corrida", pontuou.

"Às vezes, nos faltou um pouco de sorte, em outros momentos nos faltou algo na classificação e começamos no fundo do grid", ponderou.

Luca explicou que, entre os GPs da França e da Itália, a VR46 achou um acerto base que fez diferença no restante do campeonato.

"Alguma coisa mudou entre Le Mans e Mugello. Foi ali que encontrei uma base excelente em termos de acerto, que passamos a explorar durante a temporada", relatou. "Imediatamente depois do GP em Jerez, tivemos um dia de testes e, pela primeira vez desde os testes de inverno, conseguimos trabalhar em todos os aspectos com que não tínhamos tempo para lidar durante os fins de semana de corrida, considerando a duração das sessões", explicou.

Por fim, o irmão de Valentino Rossi parabenizou a Ducati pelo bom trabalho feito com a Desmosedici, especialmente após o início de ano difícil, já que a especificação de 2022 se mostrou mais difícil de acertar.

"A Ducati é a moto mais competitiva e rápida da pista. O resultado mostra isso e os pilotos também. Ela é potente e, de certa forma, fácil de pilotar", exaltou. "Desde o início da temporada, o passo à frente dado pelos engenheiros da Ducati é impressionante. Nos testes da pré-temporada, a situação era crítica, especialmente para mim, que imediatamente tinha a especificação de 2022. A partir de meados da temporada, a Ducati conseguiu abrir uma vantagem enorme em relação aos outros fabricantes. Eu os parabenizo pelo trabalho feito, compensou e espero que eles continuem assim. Eles realmente conquistaram tudo neste 2022", encerrou.

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