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Advogado do Furacão no caso Arena da Baixada volta a cobrar instâncias públicas

Afirmações de Luiz Fernando Pereira foram feitas em transmissão ao vivo realizada pelas redes sociais do Athletico-PR

23 mai 2020
19h19
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Desde a perícia feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em relação aos custos da obra na Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, o Athletico-PR tem se tornado bastante crítico a postura da Prefeitura de Curitiba e também ao Governo do Estado do Paraná, outros envolvidos no financiamento da obra.

Miguel Locatelli/Site Oficial do Athletico
Miguel Locatelli/Site Oficial do Athletico
Foto: Lance!

Segundo o advogado do Furacão no caso, Luiz Fernando Pereira, a postura do clube tem sido sempre na direção de fazer a quitação dos valores totais somente em relação aquilo que lhe compete.

Além de exaltar o trabalho da FGV na oportunidade, o advogado ratificou que os custos da obra feita no estádio do clube só apresentou um aumento no custo total do orçamento previsto inicialmente (de R$ 184 para R$ 364 milhões) por elementos alheios ao controle do Athletico:

- A perícia divulgada pela FGV é um divisor de águas sobre a Copa. O Athletico, desde sempre, tem reafirmado que quer pagar o que deve há muito tempo. O Estado também sempre reconheceu que era necessário dividir em três. O Município, tanto nessa como na outra gestão, sempre defendeu a tese que haveria um teto de R$ 184 milhões para a obra, que é o valor do convênio firmado em 2012. A FGV, depois de dois anos de análise, ressalta que não houve sobrepreço. Foi o mais barato do Brasil. O aumento do custo em nada é atribuível ao Athletico.

Luiz Fernando ainda pontuou que desde o ano de 2016 há uma proposta do Furacão para fazer a quitação da dívida que pertenceria ao clube além de alegar que, em determinado momento das obras, o financiamento do poder público foi interrompido.

- Quando o Athletico foi convidado para participar do processo da Copa, o combinado era que o valor integral seria financiado. No entanto, quando chegou no valor de R$ 291 milhões, parou o financiamento, não entraram mais recursos e o Athletico colocou R$ 55 milhões do bolso para ser realizada a Copa. O Estado e o Município devem arcar porque foi isso que combinaram. O Athletico não pode pagar mais que um terço. O Athletico fez proposta para pagar a dívida em 2016. O processo está em mediação. O clube quer quitar logo isso e virar a página - detalhou o advogado.

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