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Justiça argentina reabre caso Maradona após anulação de processo

Processo apura se houve negligência médica na morte do ídolo argentino

13 abr 2026 - 17h05
(atualizado às 17h12)
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A morte do ex-jogador Diego Armando Maradona, ídolo argentino que conquistou a Copa do Mundo de 1986, será objeto de um segundo julgamento a partir da próxima terça-feira (14), em Buenos Aires. O processo tentará apurar se houve negligência médica em seu falecimento, ocorrido em 2020.

Processo apura se houve negligência médica na morte do ídolo argentino
Processo apura se houve negligência médica na morte do ídolo argentino
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A nova ação judicial ocorre em um contexto de grande expectativa por parte da família do ídolo do Napoli, além de intensa atenção pública e midiática, e da necessidade de reorganizar um processo que foi prejudicado por um escândalo.

O primeiro julgamento foi anulado após vir à tona que uma magistrada estava envolvida na produção de uma série televisiva sobre o caso. Com isso, todos os atos anteriores foram invalidados, e esta nova fase começará do zero, tanto na coleta de depoimentos quanto na apresentação de provas.

O julgamento ocorrerá no fórum de San Isidro e será conduzido pela 7ª Vara Criminal Oral, composta pelos juízes Alberto Gaig, Alberto Ortolani e Pablo Rolón. Sete profissionais de saúde são acusados de "homicídio simples com dolo", crime que prevê pena de 8 a 25 anos de prisão.

Entre os réus estão o médico Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, o psicólogo Carlos Díaz e outros integrantes da equipe que acompanhava o ex-jogador. Todos respondem ao processo em liberdade. Já a enfermeira Dahiana Madrid será julgada separadamente, em data ainda a ser definida.

A acusação sustenta que "as ações da equipe de saúde responsável pelo atendimento de Maradona foram inadequadas, deficientes e imprudentes".

As audiências ocorrerão duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras. De uma lista inicial com mais de 200 testemunhas, 92 foram selecionadas para depor, incluindo familiares, profissionais de saúde, policiais e pessoas próximas ao ex-jogador. .

Ansa - Brasil
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