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Corinthians tenta acordo, mas Palmeiras mantém queixa na Polícia, que busca identificações em briga

Confusão que envolveu integrantes dos dois clubes aconteceu após empate na Neo Química Arena

12 abr 2026 - 22h36
(atualizado às 22h52)
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A briga generalizada ao fim do empate entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro vai ser investigada pela Polícia Civil. A diretoria corintiana propôs um acordo para que a situação não virasse um caso de polícia, o que foi negado pelos palmeirenses.

Quando os times deixaram o gramado, houve uma troca de empurrões no túnel. O Palmeiras informou que Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o clube alvinegro falou que Gabriel Paulista e Breno Bidon sofreram agressões de seguranças palmeirenses.

Os dois cubes, em notas, disseram que registrariam os casos no Juizado Especial Criminal (Jecrim). Entretanto, o Corinthians propôs ao Palmeiras que não houvesse sequência nos casos junto à Polícia Civil. Não houve acordo. Cada um deve registrar um boletim de ocorrência.

Clima quente tomou conta da partida na Neo Química Arena.
Clima quente tomou conta da partida na Neo Química Arena.
Foto: Taba Benedicto/Estadão / Estadão

A acusação do Palmeiras é de que um funcionário corintiano foi o autor das agressões contra o atacante palmeirense. Já o Corinthians falou que seguranças do rival agrediram seus dois jogadores.

Após o caso, o delegado César Saad, da Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), foi aos vestiários das duas equipes. A Polícia Civil deve, agora, analisar as imagens na tentativa de identificar quem foram os responsáveis.

Na zona mista, Luighi não falou com a imprensa e deixou o estádio sem ferimentos aparentes Andreas Pereira e Ramón Sosa pararam, mas evitaram o tema.

Do outro lado, Hugo Souza disse que as agressões por parte de seguranças do Palmeiras teriam acontecido antes de atos dos corintianos. "Na verdade, eu estava na minha entrevista (pós-jogo). Eu não vi, mas, pelo que me passaram, foi cabeça quente, empurra-empurra. Coisa que não é normal, mas acontece bastante. Falaram que houve agressão de funcionário nosso, mas também os seguranças deles vieram para cima dos nossos jogadores, primeiro até", falou o goleiro.

O jogo teve clima quente, com pouco futebol dos dois times. O Corinthians teve André e Matheuzinho expulsos, em confusão e falta contra palmeirenses.

Estadão
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