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Goetze recupera prestígio na Alemanha ao marcar gol do título

13 jul 2014 - 21h14
(atualizado às 22h38)
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Quando a Alemanha massacrou o Brasil por 7 x 1 e Miroslav Klose se tornou o maior artilheiro das Copas, certamente ninguém cobraria que Mario Goetze animasse a torcida do banco de reservas.

Jogador Mario Goetze chuta e marca gol da vitória da Alemanha sobre a Argentina no Maracanã. 13/7/2014.
Jogador Mario Goetze chuta e marca gol da vitória da Alemanha sobre a Argentina no Maracanã. 13/7/2014.
Foto: Kai Pfaffenbach / Reuters

Após chegar ao Brasil como titular da seleção, ele assistiu à semifinal das laterais, uma vez que foi descartado já no início do torneio e substituído por Klose.

Goetze começou no banco novamente na final deste domingo, e com poucas esperanças de atuar – compreensivelmente, o técnico Joachim Loew colocou fé no combinado que chegou à decisão com tanto estilo.

Mas Loew o chamou para substituir Klose a dois minutos do final do tempo regulamentar, e ele o recompensou da maneira mais espetacular fazendo um gol brilhante a sete minutos do final da prorrogação, derrotando a Argentina por 1 x 0 e garantindo o quarto título mundial de seu país e primeiro desde 1990 – dois anos depois de ter nascido.

O também reserva André Schuerrle ultrapassou uma defesa argentina exausta pela esquerda e achou Goetze na área. O jogador de 22 anos matou o cruzamento no peito e chutou de primeira, fora do alcance do goleiro argentino, Sergio Romero.

Alguns meses atrás, a carreira de Goetze estava ascendendo. Depois de ajudar o Borussia Dortmund a conquistar dois títulos alemães e chegar com seu clube à final da Liga dos Campeões de 2013, ele fez o que todos os grandes jogadores alemães parecem fazer. Assinou uma transferência de vulto com o

Bayern de Munique.

Uma dobradinha de troféus no Campeonato Alemão e na Copa da Alemanha veio em seguida e conquistou o técnico alemão Loew, que viu no jogador irrequieto uma versatilidade que lhe permite usá-lo como meio-campista e atacante isolado.

Uma vez no Brasil, ele estreou na vitória de 4 x 0 sobre Portugal e fez o primeiro gol no empate de 2 x 2 com Gana, mas foi substituído no jogo final do grupo contra os Estados Unidos.

Goetze voltou à escalação nas eliminatórias contra a Argélia, mas jogou mal e foi trocado no intervalo.

Com Klose bem estabelecido no time, ele teve que se contentar com mais uma entrada tardia na vitória das quartas de final sobre a França, e deve ter achado difícil de engolir quando especialistas elogiaram Loew por finalmente encontrar a escalação ideal.

Goetze deve ter ansiado para atuar quando a defesa brasileira se mostrou tão convidativa em Belo Horizonte, mas novamente foi Klose, apoiado por Thomas Mueller e Tony Kroos, quem marcou presença como atacante.

Os planos finais de Loew certamente foram atrapalhados pela perda de Sami Khedira antes da decisão, e ao se ver forçado a trocar seu substituto Christoph Kramer por Schuerrle depois de meia hora.

Mas ainda havia tempo para Goetze participar, e ele aproveitou a oportunidade, tornando-se o único reserva a marcar o gol da vitória em uma final de Copa do Mundo.

  (Reportagem adicional de Karolos Grohmann e Erik Kirschbaum)

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