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Mundial de Clubes

Cássio lembra de "crise existencial" e volta por cima no futebol

17 dez 2012 - 14h37
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Mal pode imaginar o torcedor corintiano que vibrou com as defesas de Cássio neste domingo que o goleiro passou recentemente por uma "crise existencial", motivada principalmente pelo tempo na reserva dos clubes que passou. Para a sorte dos alvinegros, o jogador se recuperou a tempo de dar a volta por cima, chegar ao Parque São Jorge e virar herói do bi mundial do Corinthians, após atuação épica na vitória por 1 a 0 contra o Chelsea, em Yokohama.

Cássio relembrou tempos de reserva no PSV e exaltou "volta por cima" no Corinthians
Cássio relembrou tempos de reserva no PSV e exaltou "volta por cima" no Corinthians
Foto: AFP

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"Sempre acreditei no meu trabalho, e o futebol prega muitas coisas. Assim como quando não jogava no PSV eu dei uma decaída, me perguntei se era bom mesmo ou não. Mas que bom que dei a volta por cima, meu empresário Carlos Leite acreditou em mim também e tentou trabalhar para me por em uma coisa melhor, que é onde estou hoje", disse Cássio, relembrando dos tempos em que amargurava o banco na Holanda.

Antes de chegar ao time paulista, o goleiro enfrentou a reserva no PSV e também no Grêmio, time onde começou a carreira. A condição de suplente lhe acompanhou em sua chegada ao Parque São Jorge, quando era a opção imediata para a vaga de Júlio César, então titular. O camisa 12 só assumiu o posto na primeira equipe após sucessivas falhas de Júlio, principalmente no duelo contra a Ponte Preta pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

Depois disso, Cássio assumiu a meta alvinegra no jogo contra o Emelec, no Equador, válido pelas oitavas da Copa Libertadores, e teve atuação decisiva. A partir daí, não deixou mais a titularidade. Foi herói nas quartas continentais contra o Vasco, ao salvar bola milimétrica de Diego Souza quando o jogo contra o Vasco ainda estava 0 a 0. E não parou mais de conquistar a torcida corintiana.

"Acho que o Corinthians ganhou no conjunto. A vitória foi do grupo, o grupo se doou, deu ao máximo e por isso chegamos até aqui. O Jorge, que entrou, o Douglas saiu em um momento em que todos queriam jogar. Quando entrei também todos deram suporte, incluindo o Júlio que ficou no banco. E é o coletivo que faz desse conjunto tão bom", definiu Cássio, o principal nome do bi mundial do Corinthians no Japão.

Fonte: Terra
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