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Neymar lamenta saída de Lucas e explica 'trolada' em rival

Astro do PSG não externou a tristeza pela saída do amigo Lucas Moura, perto dos Spurs

31 jan 2018 - 10h41
(atualizado às 11h07)
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Após a classificação à final da Copa da Liga, Neymar passou pela zona mista e deu declarações que ecoaram mundo afora. O camisa 10 do Paris Saint-Germain externou a sua insatisfação pela saída do amigo Lucas Moura, na iminência de assinar com o Tottenham. O craque ainda cobrou, indiretamente, o técnico Unai Emery pela pouca utilização do ex-São Paulo nesta temporada.

- Quando falo de Lucas, estou triste. Ele não tem sido usado com frequência. É meu irmão no futebol e lhe desejo sorte e êxito, e que ele volte a jogar na Seleção Brasileira. Para mim, ele não deveria sair do PSG - falou Neymar.

- Não é apenas um amigo, é alguém com muita qualidade, que poderia ter sido mais usado aqui. Tenho certeza disso, mas não sou o dono da equipe e nem o dono de Paris. Para mim ele nunca deveria ter deixado o time.

Lucas entrou em campo em apenas seis oportunidades em 2017/18. Os Spurs devem desembolsar cerca de 25 milhões de libras (R$ 111 milhões) por ele.

RESPOSTA A CRÍTICAS

Neymar também respondeu acerca de críticas recebidas por ter deixado o meia rival Sarr no vácuo, em lance no qual o brazuca, já no fim da partida, estendeu o braço ao adversário, mas recuou o braço e riu da atitude.

A "trolada" foi vista como brincadeira por Neymar, que salientou a importância de provocações para não deixar o futebol "chato". O atacante de 25 anos disse ainda que costuma se defender de pancadas com a bola nos pés.

- Eu costumo dizer que o futebol está chato, porque não podemos fazer nada. Tudo é polêmico. No final, eu fiz uma brincadeira dando para o meu adversário e depois tirando. Todos farão polêmicas, dizer coisas sem sentido. Se eu faço isso com meus colegas, por que não com os adversários? Nos falamos muito durante o jogo, no final, eu ri - falou o astro da Seleção Brasileira, que passou em branco na vitória de 3 a 2 sobre o Rennes, fora de casa.

- Eles me chutam, eu jogo futebol. Eles me provocam, mas eu também sei como provocar da minha maneira, com a bola. Não estou aqui para bater em ninguém. Eu não sei como fazer isso. Eu me defendo com a bola. Eu sei que haverá discussões porque eu provoco. Mas é normal. Não vai adiantar nada me bater e me provocar, porque eu provocarei ainda mais e farei com que meu time se imponha - completou.

O QUE DIZ O TÉCNICO

- Ele joga deste jeito e é um grande jogador que tem que aproveitar dentro de campo, onde ele traz todo seu talento para equipe - defendeu Unai Emery.

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