PUBLICIDADE

Na Copa do Brasil, ex-jogador do SP tenta acertar cabeçada em companheiro de equipe e é expulso

Matheus Banguelê não teve paciência com seu colega e partiu para a agressão: expulso, colocou em risco a classificação do Joinville

18 mar 2021 10h35
ver comentários
Publicidade

Geralmente, as brigas que acontecem dentro de campo são protagonizadas por jogadores de times rivais. Mas desentendimentos entre companheiros da mesma equipe, apesar de raros, acontecem. Nesta quarta-feira, jogadores companheiros de vestiário brigaram no jogo entre Joinville e Santa Cruz-RS, válida pela Copa do Brasil. No fim da primeira etapa, o volante Matheus Banguelê, cria das categorias de base do São Paulo, avançou sobre o lateral-direito Edson Ratinho e tentou agredir o parceiro do time catarinense com duas cabeçadas.

No momento da confusão, a posse da bola era do Joinville. O jogo foi paralisado pelo árbitro Leandro Bizzio, que expulsou Banguelê, que ainda reclamou. Seu colega manteve-se quieto e sem entender o que ocorreu.

O volante Matheus Banguelê, cria das categorias de base do São Paulo, avançou sobre o lateral-direito Edson Ratinho e tentou agredir o parceiro do time catarinense com duas cabeçadas
O volante Matheus Banguelê, cria das categorias de base do São Paulo, avançou sobre o lateral-direito Edson Ratinho e tentou agredir o parceiro do time catarinense com duas cabeçadas
Foto: Reprodução / 89FM Joinville / Estadão

"Após o término do primeiro tempo e ainda no campo de jogo, expulsei o atleta, número 5, Matheus de Jesus Cardoso (Banguelê), da equipe do Joinville, apresentando o cartão vermelho direto, por conduta violenta, pelo mesmo desferir e atingir uma cabeçada em seu companheiro de equipe, o atleta número 2, Edson Ramos da Silva", acrescentou Bizzio na súmula da partida.

Apesar do desfalque, o time catarinense, que tinha o empate a seu favor, segurou a igualdade sem gols no placar até o fim da partida e garantiu vaga na próxima etapa do torneio. O Joinville não se pronunciou sobre o ocorrido. Os jogadores, depois, tiveram de se entender no vestiário.

Estadão
Publicidade
Publicidade