Rivellino, Júnior e Valdir: lembre bigodes famosos da bola
Se hoje a moda dos boleiros é ditada pelos penteados, algum tempo atrás a disputa se dava entre a boca e o nariz. Isso mesmo, os bigodes marcaram época no futebol, e fizeram o visual de inúmeros craques. Confira a seguir alguns exemplos, desde Didi, o mestre da folha seca, até Valdir, que fez do bigode seu sobrenome dentro de campo.
Rivellino
Dono de um potente chute e de uma habilidade invejável, Rivellino é um dos grandes ídolos de Maradona. Além de se destacar com as camisas de Corinthians e Fluminense, o craque canhoto foi um dos astros da seleção brasileira na Copa de 1970, o que faz dele um dos bigodes mais famosos da história do futebol.
Cerezo
A longevidade da carreira foi um dos grandes trunfos que imortalizou o bigode de Toninho Cerezo na memória do torcedor. Desde 1972, o jogador já exibia seu visual pelo Atlético Mineiro, onde ganhou duas vezes a Bola de Ouro do Brasileirão. Dez anos depois, levou o bigodinho para a Espanha, na Copa do Mundo. E em 1993 ainda o conservava quando foi campeão mundial pelo São Paulo.
Rijkaard
Antes de ser técnico do Barcelona e conduzir a equipe à conquista da Liga dos Campeões de 2006, o volante foi um grande craque do Ajax e do Milan, além de brilhar também pela seleção da Holanda, onde ganhou a Eurocopa de 1988. Nesta época, seu visual era marcado por uma vasta cabeleira complementada, é claro, por um bigode.
Didi
Campão do mundo pela seleção brasileira em 58 e 62, apelidado de Mr. Football pelos ingleses e criador de um estilo único de bater na bola, que entrou para a história com o nome de folha seca. Didi marcou história no futebol por tudo isso e também pela sua elegância em campo, onde desfilava seu discreto bigode.
Júnior
Volante, lateral esquerdo, lateral direito, meia. Tanto no Flamengo quanto na seleção brasileira, Leovegildo Lins da Gama Júnior se caracterizou por ser um jogador versátil. Porém, uma coisa jamais mudou em toda sua carreira e nem mesmo após a aposentadoria: o bigode.
Higuita
O arqueiro colombiano nunca foi um jogador convencional. Prova disso é a histórica defesa escorpião que ele deu em Wembley em amistoso diante da Inglaterra. Também podemos citar com diferenciais alguns gols de falta e pênalti marcados por ele, além, é claro, do seu visual, que incluía cabeleira e bigode.
Gullit
Capitão da Holanda na histórica conquista da Eurocopa de 1988, o atacante marcou história com a camisa do Milan. Em sete temporadas com a camisa do clube italiano, Gullit e seu bigode ganharam três Campeonatos Italianos, duas Ligas dos Campões e dois Mundiais de Clubes.
Valdir Bigode
Se por um lado ele jamais apresentou o mesmo futebol de outros craques que aparecem nesta lista e nem chegou a vestir a camisa da seleção brasileira, por outra, o ex-atacante de Vasco, São Paulo e Atlético Mineiro foi o único capaz de eternizar o bigode não apenas em seu visual, mas também no apelido.
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