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Renato Gaúcho e Dadá estão entre maiores falastrões da bola

25 out 2012 07h11
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Quando não estão em campo, muitos jogadores adoram se destacar com as palavras, seja contando vantagem ou soltando alguma provocação. Alguns se garantem quando a bola rola, outros não, mas é inegável que esses personagens ajudam a tornar o futebol muito mais divertido. Confira alguns dos maiores falastrões do esporte, desde Dadá Maravilha e suas frases de efeito, até a as maluquices de Sepp Maier.

Renato Gaúcho disse em 2008 que o Fluminense iria ganhar a Libertadores e brincar no Brasileiro; aconteceu exatamente o contrário
Renato Gaúcho disse em 2008 que o Fluminense iria ganhar a Libertadores e brincar no Brasileiro; aconteceu exatamente o contrário
Foto: Getty Images



Renato Gaúcho

Às vésperas da final da Libertadores entre Fluminense e LDU, em 2008, o técnico dos cariocas afirmou que a equipe iria ganhar o torneio e depois brincar no Campeonato Brasileiro. Os equatorianos levantaram a taça e o tricolor das Laranjeiras quase foi rebaixado, escapando na última rodada. Mas essa não foi a única de Renato Gaúcho. Quando jogava pelo Flu, em 1996, afirmou que desfilaria nu caso a equipe jogasse a Segundona no ano seguinte. O time caiu, mas como teve virada de mesa, o atleta escapou de ter de cumprir.



Carlinhos Bala

Jogando no Morumbi, o Corinthians ganhava por 3 a 0 a primeira partida da final da Copa do Brasil de 2008, e a torcida já soltava o grito de campeão. Nos instantes finais, o Sport descontou com Enílton, e Carlinhos Bala deixou o gramado dizendo que aquele tinha sido o gol do título dos pernambucanos. Ninguém deu muita bola na hora, mas na semana seguinte o Sport ganhou por 2 a 0 e faturou o campeonato.



Dadá Maravilha

Com frases antológicas como "só existem três poderes no universo: Deus no céu, papa no Vaticano e Dadá na grande área" e "com Dadá em campo não tem placar em branco", seria um crime não incluir o artilheiro entre os maiores falastrões do futebol.



Maradona

Em meio ao contexto da Guerra das Malvinas, Argentina e Inglaterra se enfrentaram pelas quartas de final da Copa de 1986. O craque argentino marcou dois gols antológicos. No primeiro, driblou mais da metade do time inglês. No segundo, usou a mão para vencer o arqueiro adversário. Após o apito final, disse que aquilo era uma vingança por causa do conflito e que a mão de Deus tinha empurrado a bola para dentro.



Túlio Maravilha

Perguntado se a briga pela artilharia do Campeonato Brasileiro de 1995 estava ficando sem graça por conta de sua vantagem na liderança, o atacante respondeu com toda a modéstia: "pois é, não tenho culpa. Meu negócio é fazer gol, tenho essa mania, e quem quiser chegar perto vai ter que treinar de dia e de noite".



Romário

Em desavença com Edmundo, o baixinho ouviu quieto o companheiro dizer que existia um rei e um príncipe no Vasco, em referência aos privilégios que o herói do tetra recebia de Eurico Miranda. No jogo seguinte, Romário arrebentou e saiu dizendo que toda a corte estava feliz com o resultado: o rei, o príncipe o bobo, em alusão a Edmundo. Alguns anos depois ainda declararia: "quando nasci, papai do céu apontou o dedo e disse: esse é o cara".



Somália

No início da temporada de 2011, o Botafogo estipulou uma multa para quem se atrasasse na reapresentação. O atacante Somália chegou depois do horário dizendo que havia sido vítima de um sequestro relâmpago. No entanto, as imagens do prédio do jogador constataram que ele havia chegado em casa pela manhã e inventado a história para escapar da punição.



Vampeta

Em meio à sua passagem pelo Flamengo, em 2001, o folclórico volante foi perguntado sobre o fraco desempenho da equipe e disparou: "eles fingem que pagam e a gente finge que joga". Tamanha sinceridade vale um lugar nesta lista.



Sepp Maier

O Bayern não vivia lá uma temporada muito boa e corria risco de cair para a segunda divisão em 1975. Todos no elenco se recusavam a dar entrevistas, menos o falastrão goleiro Sepp Maier. Ele entrou na sala de coletivas e deu a seguinte declaração: "estamos entrando com um pedido na federação para que nossos adversários passem a jogar com um homem a menos. Quem sabe assim pare de sobrar um atacante livre na minha área".



Cantona

Perguntado sobre quem era o maior jogador francês de todos os tempos, Zidane ou Platini, Érica Cantona não teve dúvidas em responder: "nenhum dos dois, o melhor fui eu". Tamanha modéstia faz dele um dos grandes falastrões da bola.



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Fonte: PrimaPagina
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