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Copa Coca-Cola

Lembre a história de Maradona, o hermano mais 'moleque'

2 ago 2012 - 08h40
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Habilidoso dentro de campo, polêmico fora dele. Diego Maradona não nasceu no Brasil, mas traduz como poucos a expressão 'futebol moleque'. O hermano é considerado por muitos como o melhor jogador de todos os tempos e adorava provocar os adversários com seu incrível controle de bola.

Ainda como jogador, Maradona foi à final da Copa de 90
Ainda como jogador, Maradona foi à final da Copa de 90
Foto: Getty Images

"Dentro de campo era o maior de todos. Desafiava seus adversários a todo instante e tinha uma habilidade incrível. Maradona sempre foi muito emotivo e sempre chamou muito a atenção de todos", diz o jornalista argentino Gustavo Grabbia, do jornal Olé, o mais importante diário esportivo do país.

Nascido em 1960, Maradona viveu seu ápice nos anos 80. Com a camisa da seleção argentina conquistou o mundial de 86, no México. Com pouco mais de 1,60m, Diego não era bom cabeceador, não chutava com a perna direita e não sabia marcar. Mesmo assim, o 'estrago' que fazia com a perna esquerda era suficiente para encantar o mundo.

"Messi ainda precisa ganhar uma Copa do Mundo se quiser ser comparado a Maradona. São épocas distintas, mas dois jogadores sensacionais", lembra Gustavo.

Maradona começou a carreira profissional aos 16 anos de idade, mas antes mesmo de estrear com a camisa do Argentinos Juniors já levava multidões às partidas preliminares. "Jogava qualquer partida como se tivesse no campo ao lado de casa, jogando com seus amigos", analisa o jornalista.

O meia abandonou o futebol em 1997, quando atuou pelo Boca Juniors. O clube amarelo e azul foi desde sempre a grande paixão de Maradona. A primeira passagem pelo Boca aconteceu em 1981.

Barcelona, Sevilha, Napoli e Newell's Old Boys foram os outros clubes pelos quais ¿El Pibe¿, como era carinhosamente chamado passou.

Exímio cobrador de faltas, rápido e dono de um drible curto mortal, Diego é um dos homens mais admirados até hoje em seu país. No mundial de 2010, na África do Sul, foi técnico do time argentino que perdeu nas quartas-de-final para a Alemanha, mas não perdeu o respeito do povo portenho!

Fonte: PrimaPagina
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