31 jogadores atingiram limite de 12 jogos e não podem mais trocar de times dentro da Série A do Brasileirão
Mudança no regulamento da CBF busca dar mais dinamismo ao mercado nacional
A novela envolvendo o atacante Hulk, que não entrou em campo pelo Atlético-MG na goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 0, domingo, 26, pelo Brasileirão, na última rodada, gerou uma grande polêmica. Tudo se explica, já que o camisa 9 tinha feito 12 partidas pelo time mineiro e não poderia mais trocar de equipes na Série A se entrasse em campo mais uma vez. Ele é especulado para reforçar o Fluminense.
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O novo regulamento do Campeonato Brasileiro em 2026, estipulado pela CBF, dobrou o limite de seis para 12 partidas para que um jogador possa trocar de clube dentro da competição. Com isso, o encerramento da 13ª rodada já fez o destino de 31 jogadores, que não podem mais se transferir para outros clubes dentro da Série A.
São eles: Athletico: Kevin Viveros, Juan Portilla, Santos e Steve Mendoza; Palmeiras: Allan, Andreas Pereira, Carlos Miguel e Flaco López; Atlético-MG: Everson, Tomás Cuello e Victor Hugo; Coritiba: Lucas Ronier, Pedro Rocha e Vini Paulista; Grêmio: Carlos Vinícius, Cristian Pavón e Weverton; Internacional: Bruno Gomes, Rafael Borré e Johan Carbonero; Remo: Alef Manga, Marcelo Rangel e Marllon; Cruzeiro: Christian e Matheus Henrique; Fluminense: Fábio e Kevin Serna; Vasco: Léo Jardim e Robert Renan; Corinthians: Rodrigo Garro e São Paulo: Rafael.
Palmeiras e Athletico são os dois clubes com maior número de jogadores que não podem mais sair. Cada um tem quatro atletas que chegaram ao 13º jogo, participando de todas as rodadas disputadas até aqui.
Oito cubes ainda não extrapolaram o limite de jogos com seus atletas: Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Mirassol e Vitória, todos com um jogo a menos no Brasileirão, com 12 partidas disputadas, além de Bragantino e Santos.
Com essa nova diretriz, a mudança visa dar mais dinamismo ao mercado nacional. A ideia é permitir que clubes avaliem melhor o desempenho de seus elencos dentro de campo antes de tomar decisões definitivas.
A nova regra, no entanto, trouxe um efeito colateral importante. Se antes o limite baixo acendia um alerta precoce, agora os clubes ganham mais tempo para decidir, mas também correm o risco de "prender" ativos valiosos no elenco.
Com a próxima janela de transferências abrindo apenas em 20 de julho, cada escalação passa a ter impacto não só esportivo, mas também financeiro.
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