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Justiça nega Ato Trabalhista e Coritiba se complica financeiramente

9 jul 2020
18h41
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O Coritiba fez solicitação de um Ato Trabalhista junto à Justiça do Trabalho como uma forma de se proteger de possíveis penhoras de receitas por conta de dívidas trabalhistas. Contudo, o coxa-branca teve o pedido negado nesta quinta-feira (10).

Samir Namur, presidente do Coritiba. (Foto: Reprodução/Coritiba)
Samir Namur, presidente do Coritiba. (Foto: Reprodução/Coritiba)
Foto: Gazeta Esportiva

A nota da diretoria do clube alega que a entidade possui mais de R$ 31 milhões em pendências trabalhistas. O Ato Trabalhista requerido seria um mecanismo em que ficaria estabelecido uma valor mensal de todas as dívidas a ser pago pelo Coritiba, retirando, dessa maneira, a possibilidade de que seja penhorada as fontes de receita do clube e haja congelamento de contas bancárias.

Porém, com o parecer negativo da Justiça do Trabalho, o clube se encontra em uma situação muito delicada financeiramente. O Coritiba tentou este recurso porque viu seu faturamento cair bastante durante a pandemia de coronavírus. Segundo o órgão de Justiça, a diretoria tem um prazo de 15 dias para apresentar uma nova proposta.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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