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Galvão corneta juiz e "adapta bordões" em vitória dramática

29 jun 2014 - 17h12
(atualizado em 29/6/2014 às 00h57)
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Durante o segundo tempo, Hulk marcou o gol da virada para o Brasil contra o Chile. Os jogadores da Seleção Brasileira chegaram a comemorar, mas o juiz anulou o tento por toque de mão de Hulk
Durante o segundo tempo, Hulk marcou o gol da virada para o Brasil contra o Chile. Os jogadores da Seleção Brasileira chegaram a comemorar, mas o juiz anulou o tento por toque de mão de Hulk
Foto: Toru Hanai / Reuters

“Tá em crise? Chama o Chile!”, brincou Galvão Bueno com seu bordão no início da partida deste sábado, no Mineirão. A promessa de facilidade do jogo, contudo, não se repetiu e o narrador sofreu mais do que imaginava, dado o histórico de confrontos do Brasil contra o adversário. O drama da partida, decidida nos pênaltis com a classificação nacional após empate no tempo normal, fez o global pegar durante toda a partida no pé do árbitro inglês Howard Webb e, ao fim, adaptar gritos de ídolos nacionais, como Taffarel e Ayrton Senna, a Júlio César, destaque absoluto do confronto.

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A irritação de Galvão Bueno com a arbitragem começou logo no início do primeiro tempo, quando o narrador reclamou de pênalti sobre Hulk. “Ô seu juiz! Não teria porque o Hulk cair porque ele estava na cara do gol, sozinho!”, revoltou-se o narrador.

De fato, a arbitragem confusa de Webb, que invertia faltas e mostrava critérios diferentes, deu fôlego a uma perseguição de Galvão contra o árbitro. “Ô seu juiz!”, gritou novamente pouco depois, reclamando de falta em Neymar. “Foi falta no Thiago Silva, seu juiz!”, voltou a cornetar instantes mais tarde.

No segundo tempo, a queda brasileira fez os comentários contra o árbitro dividirem a atenção com críticas à Seleção. Normalmente elogiado, Neymar foi alvo de Galvão e Ronaldo – primeiro , pelo narrador, por tentar “resolver sozinho” e depois, pelo ex-atacante, por “não tocar na bola”.  “Bora, Felipão, mexe aí!”, chegou a se exaltar Galvão.

A arbitragem voltou a ser criticada em lance de gol anulado de Hulk, que para Howard Webb teria usado a mão. Desta vez foi Arnaldo quem atacou: “manga da camisa não é mão”, sentenciou em frase confusa, que chegou até a virar motivo de brincadeira nas redes sociais.

Já na prorrogação, o juiz inglês foi detonado pelo narrador: “"Arnaldo, é uma péssima arbitragem de um juiz que quer apitar final de Copa do Mundo", detonou Galvão. Arnaldo concordou e retomou a crítica: "nunca considerei um bom árbitro".

A decisão nos pênaltis fez Galvão Bueno utilizar bordões antigos, já usados para heróis nacionais, como Ayrton Senna e Taffarel. “Sai que é sua, Júlio César!”, gritava o narrador a cada cobrança de pênalti chilena, em frase que lembrou o goleiro da Copa do Mundo de 1994 e que deu sorte neste sábado, já que o atual arqueiro nacional praticou duas defesas decisivas.

Com a classificação consumada, Galvão lembrou de um eterno ídolo nacional para fechar a transmissão da Rede Globo. “Júlio César do Brasil”, comentou, em clara referência à alcunha utilizada para Ayrton Senna "do Brasil".

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Fonte: Terra
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