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Pé quente, Goiânia nunca viu derrota da Seleção Brasileira

2 jun 2014 - 08h01
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Neymar cobrou com precisão e força, convertendo o gol da vitória de virada nos acréscimos
Neymar cobrou com precisão e força, convertendo o gol da vitória de virada nos acréscimos
Foto: Bruno Santos / Terra

Escolhida para receber o penúltimo amistoso da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo e primeiro já com o grupo definitivo que vai disputar o mundial, Goiânia costuma dar sorte para o time canarinho. Em 13 jogos disputados ao longo de mais de 36 anos, a Seleção nunca perdeu na capital goiana.

Entre amistosos, jogos de Eliminatórias para a Copa do Mundo e uma partida da Copa América, foram 11 vitórias e apenas dois empates. A Seleção Brasileira só não conseguiu bater Honduras em 1995, amistoso que terminou por 1 a 1 debaixo de muita chuva. Na ocasião, Túlio Maravilha empatou de pênalti. O outro empate aconteceu recentemente, em 2011, quando o Brasil recebeu a Holanda no Serra Dourada e não saiu do 0 a 0.

A primeira partida da Seleção Brasileira em Goiânia foi realizada no dia 19 de março de 1978, quando o Serra Dourada tinha pouco mais de três anos de fundação. Os comandados de Cláudio Coutinho venceram a Seleção Goiana por 3 a 1 com gols de Reinaldo, Zico e Tarciso. Esta partida ainda registra o recorde de público do estádio com 77.790 pessoas presentes.

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Em competições oficiais, o primeiro jogo foi em 1981 quando a Seleção Brasileira goleou a Venezuela, 5 a 0 (Tita duas vezes, Zico, Sócrates e Júnior) pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Espanha. Antes disso, o Brasil fez uma amistoso contra o Paraguai e venceu por 6 a 0, em 1980.

Em 1983, já sob o comando do técnico Carlos Alberto Parreira, a Seleção Brasileira disputou uma partida em Goiânia pela Copa América. Naquela edição, o principal torneio de seleções da América do Sul não era disputado em uma sede fixa e os goianienses viram a goleada sobre o Equador por 5 a 0 (Roberto Dinamite duas vezes, Renato Gaúcho, Tita e Éder).

Depois dessa vitória por uma competição oficial, a Seleção fez seis amistosos em Goiânia entre 1986 e 2002. Venceu a extinta Alemanha Oriental por 3 a 0 em 1986, a Checoslováquia em 1991 por 2 a 1, teve o empate com Honduras, 1 a 1, em 1995, único adversário de origem da América Central (o Panamá será o segundo), além das vitórias contra Polônia por 4 a 2 em 1997, sobre a Holanda por 3 a 1 em 1999 e a goleada por 6 a 0 sobre a Bolívia.

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Nesta última, o técnico era Luiz Felipe Scolari e, na ocasião, ele não tinha definido ainda sua lista de convocados. Havia uma pressão enorme sobre o treinador para convocar Romário. Naquela goleada, Felipão observou jogadores como os meio-campistas Gilberto Silva, Kléberson e Kaká. Os três atuaram bem, ganharam pontos com o comandante e cavaram seus nomes na lista do penta.

Em 2005, o Brasil enfrentou o Peru em Goiânia e venceu por 1 a 0, gol de Kaká. Aquela partida era válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Alemanha. Seis anos depois, a Seleção voltou à cidade e empatou sem gols com a Holanda. Naquela partida, Júlio César, Daniel Alves, Ramires, Fred e Neymar estiveram em campo. Os cinco estão em Goiânia e devem defender novamente a Seleção no local.

A última vez que a cidade recebeu um jogo da Seleção foi no Superclássico das Américas de 2012. Aquele time era formado por jogadores que atuavam em clubes brasileiros e, da delegação que está em Goiânia hoje, apenas o goleiro Jefferson e Neymar estiveram em campo. O atacante fez o gol da vitória em cobrança de pênalti.

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Pelé joga, e “Brasil” perde

A única derrota do Brasil em Goiânia não pode ser creditada diretamente à Seleção Brasileira. Em 1983, uma equipe foi formada com jogadores que atuavam em clubes do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Esse time tinha Zico, Careca, Roberto Dinamite, Luís Pereira entre outros craques e foi comandada pelo técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira. A equipe enfrentou um combinado de jogadores do Sul do Brasil. A Seleção do Sul tinha nomes expressivos como Falcão, Dunga, Mauro Galvão e Washington.

A partida foi realizada para arrecadar fundos para ajudar as vítimas de uma grande enchente que aconteceu em Santa Catarina. Para que o objetivo fosse alcançado, um convidado ilustre foi chamado para a partida. Pelé já tinha pendurado as chuteiras, mas voltou a jogar pela causa nobre. O rei do futebol ainda foi o autor do gol da “Seleção Brasileira” em cobrança de falta. Mas o time do Sul saiu vencedor - bateu de virada por 2 a 1.

Fonte: MEI João Paulo Bezerra Di Medeiros - Especial para o Terra MEI João Paulo Bezerra Di Medeiros - Especial para o Terra
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