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Vasseur diz que Ferrari "tem tudo para vencer" e agradece a Binotto: "Esperou por mim"

Frédéric Vasseur acredita que se a Ferrari fizer um trabalho melhor que as rivais, então será capaz de vencer em 2023. Ele disse ainda que Mattia Binotto o esperou para conversar antes de deixar de vez Maranello

28 jan 2023 - 10h04
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Vasseur quer mudar histórico de erros da Ferrari em 2023
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Foto: Ferrari / Grande Prêmio

O clima para a temporada 2023 da Fórmula 1 é de otimismo em Maranello. E Frédéric Vasseur garantiu que precisou apenas de duas semanas de trabalho para ter certeza de que, hoje, a Ferrari tem tudo para deixar o fiasco do ano passado para trás e vencer.

A alta expectativa para o campeonato começou após o site italiano Formu1a.uno revelar que os primeiros dados do simulador mostraram um desempenho 1s mais rápido que o visto em 2022. Além da potencial melhora do carro, a chegada de Vasseur também tem sido providencial, ainda que o francês tenha optado de início por uma "abordagem mais cautelosa" na condução das mudanças estruturais.

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A Ferrari teve um ótimo carro em 2022, e Vasseur aposta num cenário ainda melhor este ano
A Ferrari teve um ótimo carro em 2022, e Vasseur aposta num cenário ainda melhor este ano
Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio / Grande Prêmio

"Primeiro, estou realmente convencido de que, hoje — e, sem dúvida, tenho uma experiência limitada às duas últimas semanas —, a Ferrari tem tudo para vencer", cravou o chefe do time italiano à imprensa, pela primeira vez falando aos jornalistas após assumir o comando de Maranello.

"Acho que podemos olhar para os motivos das últimas décadas, a roda está sempre girando e é questão de continuar melhorando. Para mim, se estamos fazendo um trabalho melhor do que os outros nos últimos meses ou anos, então seremos capazes de vencer", acrescentou.

"Não é que algo seja imutável. Se olharmos para algumas equipes, elas estiveram em uma posição dominante alguns anos atrás, e agora não estão em lugar nenhum". Não precisamos seguir essas direções, tipo 'Foi assim na última década, ou nos últimos 20 anos, e será assim no futuro'. A F1 é um mundo em mudança, e só temos de manter o foco no trabalho, na performance, tudo é possível", completou Vasseur.

Após seis temporadas no comando da Sauber/Alfa Romeo, Frédéric foi a escolha da mais tradicional equipe da Fórmula 1 para assumir o lugar de Mattia Binotto, que não resistiu à pressão pelos inúmeros erros do time em 2022 e deixou a Ferrari após 28 anos. Vasseur, no entanto, elogiou a postura do ex-chefe por esperá-lo, garantindo, assim, uma transição tranquila.

"[Binotto] esperou por mim. O processo foi transparente. Mesmo se tivéssemos rumores na imprensa antes ou durante [a final em] Abu Dhabi, não discutimos previamente", disse.

"Conversamos pela primeira vez após Abu Dhabi. Foi um processo muito rápido. Então liguei para Mattia, nos encontramos durante a transição e tivemos uma conversa particular. Agradeço a Mattias por isso, admirei-o por ficar, esperar por mim e conversar comigo — foi algo que realmente valorizei", concluiu Vasseur.

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