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Trocas de pilotos em equipes grandes mudam "relação de forças" da Fórmula 1 2021

A Fórmula 1 2021 vai ter muitas novidades no grid, especialmente entre as equipes grandes. Por isso, o Cadeira Cativa #23 discutiu o assunto e como isso pode impactar a categoria no próximo ano

15 set 2020
18h02
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NC) Charles Leclerc – 4.0 – Parecia que Leclerc vinha para mais um milagre com a carroça da Ferrari em Monza, mas aí… que paulada! O monegasco escapou e bateu muito forte na Parabólica, um acidente feio. Chance considerável de pontos perdida ali. (
NC) Charles Leclerc – 4.0 – Parecia que Leclerc vinha para mais um milagre com a carroça da Ferrari em Monza, mas aí… que paulada! O monegasco escapou e bateu muito forte na Parabólica, um acidente feio. Chance considerável de pontos perdida ali. (
Foto: AFP / Grande Prêmio

No Cadeira Cativa #23, Ubiratan Leal comentou sobre as intensas mudanças de pilotos para 2021, especialmente entre as principais equipes do grid. Para o jornalista, isso deve mudar algumas coisas na próxima temporada da Fórmula 1 e misturar os resultados.

O Cadeira Cativa é o programa do GRANDE PRÊMIO que recebe jornalistas e personalidades marcantes da cobertura de esporte a motor do Brasil.

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Assista ao trecho completo abaixo:

Os dez últimos novos vencedores da Fórmula 1

Ao cruzar a linha de chegada no mítico circuito de Monza e vencer de forma incrível o GP da Itália, Pierre Gasly tornou-se o 109º piloto da história a triunfar em uma corrida do Mundial de Fórmula 1. A bordo do carro da AlphaTauri empurrado pelo motor Honda, o francês de 24 anos quebrou uma hegemonia do trio Mercedes-Red Bull-Ferrari que durava desde quando Kimi Räikkönen faturou o GP da Austrália de 2013 com a Lotus, sucessora e, ao mesmo tempo, antecessora da Renault como conhecemos hoje. Gasly entrou para a galeria dos novos vencedores da F1.

Trata-se de uma façanha e tanto. Mas também é verdade que, cada vez menos, a Fórmula 1 conhece novos pilotos vencedores. Desde que Heikki Kovalainen venceu o GP da Hungria de 2008 a bordo da McLaren e tornou-se o 100º homem da história a triunfar em uma etapa do Mundial, somente outros nove competidores triunfaram pela primeira vez. E tudo isso num espaço de quase 11 anos.

Tudo depende muito da ordem de forças e da dinâmica da Fórmula 1 em cada temporada. Naquele 2008, por exemplo, além de Kovalainen e Sebastian Vettel, que assim como Gasly, venceu em Monza a bordo da Toro Rosso, antigo nome da AlphaTauri, Robert Kubica subiu ao topo do pódio pela primeira e única vez na carreira a bordo de uma BMW que despontava como uma das forças daquele campeonato.

Com o passar dos anos e a polarização da Fórmula 1, sobretudo a partir do início da era híbrida de motores, vencer corridas tornou-se praticamente um monopólio de quem corria por Mercedes, Red Bull e Ferrari. Tanto que, entre 2014 e 2019, quatro pilotos provaram o doce sabor da vitória pela primeira vez, e sempre correndo por uma dessas equipes. Até que Gasly quebrou a sequência no último domingo. Tudo isso só representa, ainda que a conquista do francês tenha sido circunstancial, o gigante feito logrado em Monza.

Grande Prêmio
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