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Mercedes celebra "direção cada vez mais clara" no desenvolvimento do W13 após Inglaterra

A Mercedes chegou a brigar pela vitória na Inglaterra com Lewis Hamilton. Andrew Shovlin, diretor de engenharia de pista, disse que as atualizações levadas para Silverstone são uma continuidade do desenvolvimento feito no W13 em Barcelona

6 jul 2022 - 10h43
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Lewis Hamilton e Charles Leclerc duelaram na parte final da corrida
Lewis Hamilton e Charles Leclerc duelaram na parte final da corrida
Foto: LAT/ Mercedes / Grande Prêmio

Tudo indica que, finalmente, a Mercedes encontrou a luz no fim do túnel no desenvolvimento do W13 depois de um início "literalmente lutando para sobreviver" na temporada 2022 da Fórmula 1. No GP da Inglaterra, realizado no último domingo, Lewis Hamilton se colocou como um dos candidatos reais à vitória, brigando com Ferrari e Red Bull, e o desempenho do inglês deu à equipe a certeza de que as atualizações promovidas para o fim de semana em Silverstone a colocaram no caminho certo.

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Após a corrida, Andrew Shovlin, diretor de engenharia de pista, falou sobre a luta da Mercedes no início do ano com os quiques do carro e como Barcelona, palco da sexta etapa, representou o início da virada. "Nas primeira corridas, estávamos literalmente lutando para sobreviver, e os pilotos lutando com um carro incrivelmente difícil de se trabalhar. Mas conseguimos marcar pontos, aproveitando as oportunidades que surgiam quando os outros não eram tão confiáveis."

"Barcelona foi útil para nós porque nosso carro não saltava lá tanto quanto em outros circuitos. As três pistas de rua em sequência, no entanto, destacaram outra fraqueza, então estamos apenas lidando com isso: buscando os problemas para solucioná-los com nossos conceitos de engenharia. Mas eu diria que o caminho que queremos seguir é cada vez mais claro, e isso é encorajador, do pontos de vista do desenvolvimento", completou Shovlin.

Lewis Hamilton foi ao pódio na Inglaterra (Foto: Mercedes)

O GP da Espanha era aguardado com ansiedade por muitos, principalmente a base em Brackley por se tratar de uma pista tradicional para testes. E foi lá que a Mercedes, segundo Toto Wolff, conseguiu deixar o fantasma do porpoising — os quiques que os carros dão em alta velocidade em decorrência do efeito-solo — para trás. As corridas em Mônaco, Baku e Montreal, no entanto, trouxeram uma nova questão: os saltos (ou bouncing, como dito no idioma original) agora eram causados pela rigidez do carro.

O próximo pacote de atualizações, então, seria testado em Silverstone, e o que se viu foi um W13 muito mais estável, quase sem saltos. "Essa atualização foi a primeira a partir da linha que começamos a desenvolver em Barcelona", explicou Shovlin, destacando que as principais mudanças aerodinâmicas se concentraram no assoalho do carro.

"Em termos de conceito, mudamos bastante o carro desde o início, ainda que, de longe, seja bem parecido com o que tínhamos na primeira etapa. Mas é uma fera bem diferente agora", garantiu ao ser questionado pela revista inglesa Autosport.

"Mudamos o conceito em Barcelona para tentar resolver alguns desses saltos. E embora esse problema tenha despertado muito interesse no início, ainda mais porque estávamos atrás no pelotão, acho que, aqui [em Silverstone], ficamos perto de solucionar isso", completou, ressaltando que embora a Mercedes ainda não seja a melhor equipe do grid atual, está longe de ser a pior.

"Creio que avançamos. É um carro mais rígido do que gostaríamos, mas certamente um carro com o qual podemos trabalhar". Por fim, Shovlin falou que manter o carro o mais próximo do solo ainda é o grande desafio para a Mercedes, por isso a equipe tem buscado gerar mais downforce com o carro mais elevado.

"Desde o primeiro dia, sob esse regulamento, o desafio seria gerar downforce com o carro mais alto. Esse é um dos pontos que gostaríamos de desenvolver, mas estamos prosseguindo nessa direção", concluiu Shovlin.

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