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Fórmula 1 prepara criação de categoria feminina como escada para F3 em 2023

Os planos da F1 passam por criar uma categoria voltada para pilotas que possam fazer todo o trajeto nas categorias de base, subindo para a F3 e F2 e não teria nenhuma relação com a recém-encerrada W Series

21 out 2022 - 19h16
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W Series fechou as portas em 2022
W Series fechou as portas em 2022
Foto: W Series / Grande Prêmio

A Fórmula 1 trabalha para criar uma categoria feminina já a partir da temporada 2023. De acordo com a ESPN norte-americana, que publicou nesta sexta-feira (21) a informação, ainda pretende dar assentos para mais de 15 pilotas no próximo ano.

A categoria seria voltada para adolescentes, já que o sentimento existente no paddock da F1 é de que muitas mulheres que faziam parte da W Series estavam acima da idade para obter uma chance realista de fazer as categorias de base ou mesmo o campeonato principal.

Para isso, ela alimentaria pilotas para a Fórmula 3 e, na sequência, fariam o acesso à Fórmula 2. Além disso, as equipes participantes deste campeonato já estariam envolvidas nas categorias de base da F1.

Jamie Chadwick sagrou-se tricampeã da W Series em 2022
Jamie Chadwick sagrou-se tricampeã da W Series em 2022
Foto: Molly Darlington/Reuters / Grande Prêmio

A publicação aponta, ainda, que este Mundial de Pilotas não teria nenhuma relação com a W Series, que antecipou o fim de sua terceira temporada no começo deste mês por problemas financeiros. A categoria feminina espera retomar as corridas em 2023, mas seu futuro permanece indefinido.

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Jamie Chadwick sagrou-se tricampeã e busca um assento para correr na próxima temporada. A britânica testou pela equipe da Andretti na Indy Lights e nunca competiu em uma corrida de F3 ou F2.

Inaugurada em 2019 com o intuito de ser uma categoria apenas de pilotas, a W Series teve uma interrupção em 2020, também por problemas econômicos por causa da pandemia, e retornou em 2021, agora como suporte de todas as etapas da Fórmula 1.

Na temporada 2022, o campeonato correu em Miami, Barcelona, Silverstone, Paul Ricard, Hungaroring e Singapura. A F1 não tem uma mulher pilotando desde Lella Lombardi, no GP da Áustria em 1976.

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