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Fórmula 1

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F1: Toto Wolff avalia contestar punição de George Russell após reviravolta com Pierre Gasly

Chefe da Mercedes afirmou que consulta advogados para entender se há alguma medida possível após a punição sofrida por Russell em Mônaco.

12 jun 2026 - 11h30
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Toto Wolff fala sobre possibilidade de recorrer penalidade de George Russell
Toto Wolff fala sobre possibilidade de recorrer penalidade de George Russell
Foto: Reprodução / F1

A decisão da FIA de devolver o pódio a Pierre Gasly no GP de Mônaco abriu uma nova frente de discussão por todo o paddock. Agora, a Mercedes também avalia quais caminhos jurídicos pode seguir em relação à punição aplicada a George Russell durante a corrida.

Toto Wolff disse que já iniciou conversas com os advogados da equipe para entender se existe alguma possibilidade de revisar o caso envolvendo o britânico, que recebeu uma penalidade de drive-through em Monte Carlo.

"Estamos avaliando atualmente o que a situação de Gasly significa para George. Certamente não queremos contestar o resultado de Gasly, mas desejamos que a FIA examine quais soluções poderiam ser consideradas em relação à corrida de George", afirmou o chefe da Mercedes.

Wolff explicou que a punição recebida por Russell teve um impacto significativo no resultado final da prova e, por isso, a equipe quer compreender se há algum precedente que permita uma nova análise.

"Eu estava justamente de partida no meio de uma discussão com nossos advogados para examinar o que poderíamos fazer em relação à penalidade de drive-through de George. Isso representava o equivalente a 20 segundos de tempo de corrida. O que esses 20 segundos teriam representado para seu resultado final?", declarou.

Apesar disso, o dirigente reconheceu que uma mudança no desfecho da corrida não parece provável.

"Acreditamos ter uma chance realista de fazer alterar o resultado? Não acho. Mas ainda queremos entender quais são as opções disponíveis e se algo pode ser feito", completou.

A Mercedes, portanto, não pretende questionar a restituição do terceiro lugar ao francês Pierre Gasly, mas quer esclarecer se o entendimento adotado pela FIA no caso do piloto da Alpine pode abrir margem para revisar outras punições aplicadas no GP de Mônaco.

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