Campeão em 1980, Alan Jones será comissário na Coreia
20 out2010 - 10h43
(atualizado às 11h34)
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Alan Jones foi o ex-piloto escolhido para atuar como comissário de prova no Grande Prêmio da Coreia do Sul deste final de semana.
O campeão de 1980 será um dos últimos a fazer parte da comissão de Charlie Whiting, diretor de provas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
Depois de conquistar seu primeiro título pela Williams, Jones se retirou da Fórmula 1, mas em 1983 retornou pela Arrows, transferindo-se posteriormente para a Team Haas. Durante os anos 90, o piloto disputou um torneio de Turismo na Austrália e teve bom desempenho nas procas de Bathurst 1000.
Alan Jones é um dos grandes nomes da história da Fórmula 1
Com cores e formas chamativas, os capacetes marcam a identidade de pilotos na Fórmula 1 - caso do inconfundível amarelo de Ayrton Senna; por isso, o Terra escolheu 20 dos mais bonitos da história da categoria. Confira!
Foto: Getty Images
Alessandro Nanini, italiano, correu entre 1986 e 1990 por Minardi e Benetton; piloto apostava em combinação de cores frias
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Christian Fittipaldi correu entre 1992 e 1994 na categoria, por equipes como Minardi e Footwork (foto); brasileiro também apostou na combinação do amarelo com o verde
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David Coulthard, escocês, piloto por Williams, McLaren e Red Bull entre 1994 e 2008; em seu capacete, apostou na "aplicação" de uma bandeira de seu país
Foto: Getty Images
Eddie Cheever correu na F1 entre 1978 e 1989, afastando-se apenas em 1979; americano corria também com as cores de seu país, estilizando uma estrela nas laterais
Foto: Getty Images
Fã de Ayrton Senna, Eddie Irvine utilizava um capacete semelhante ao do brasileiro em sua passagem por equipes como Jordan e Ferrari, alterando apenas suas cores para as da Irlanda; posteriormente, na Jaguar, mudou de pintura
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A família Fittipaldi sempre mostrou capacetes bonitos, e Emerson não poderia ser diferente; o bicampeão ficou famoso por seu talento, e sua peça entrou para a história
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Eterno companheiro de Ayrton Senna na McLaren, Gerhard Berger adotava um capacete todo preto, mas com um detalhe nas laterais remetendo às cores de seu país, a Áustria
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Com passagem por diversas equipes entre 1994 e 2009, o hoje piloto de testes da Ferrari Giancarlo Fisichella sempre teve um dos capacetes mais bonitos do grid; na Jordan, o italiano adotava um modelo de fundo branco com detalhes em diversas cores
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Gilles Villeneuve foi outro que consagrou seu capacete, mesmo sem ter sido campeão; em suas passagens por McLaren e Ferrari, o canadense apostou em cores contrastantes e formas geométricas
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Jacques Villeneuve, filho de Gilles, conquistou em 1997 o título que seu pai deixou escapar em 1979; em sua passagem pela categoria, o desbocado canadense usou uma peça colorida e cheia de curvas para se proteger nas corridas
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Jarno Trulli correu com alguns modelos de capacetes na categoria, mas o de sua passagem pela Toyota se destacou: vermelho brilhante, com detalhes em prata; hoje na Lotus, o italiano usa um modelo parecido, tamanho o sucesso
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Jenson Button sempre levou as cores de seu país em seu capacete; porém, em 2009, adotou as cores da Brawn GP no desenho estilizado da bandeira britânica
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Correndo por March (posteriormente Leyton House) e Jordan, Maurício Gugelmin não conseguiu resultados dos mais expressivos em cinco anos de F1; mesmo assim, deixou uma boa impressão com seu capacete, todo em cores quentes
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Na contramão de Gugelmin, Mika Salo desfilava com seu capacete em tons frios de azul - mas vindo da fria Finlândia, nada mais justo!
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Mais uma bem-sucedida aposta na estilização da bandeira do país - desta vez, do britânico Nigel Mansell, destaque por Lotus, Williams, Ferrari e McLaren
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Niki Lauda ficou marcado por seus três títulos e pelo acidente que o desfigurou; mesmo assim, não deixou de registrar na história seu belo capacete - mais um remetendo à bandeira austríaca
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Riccardo Patrese é o segundo piloto com maior número de GPs na história da F1; e em suas 256 largadas, apresentou um belo modelo com listras escuras sobre um fundo claro
Foto: Getty Images
Stefan Bellof morreu jovem e com poucos resultados de expressão; mesmo assim, o alemão teve tempo de apresentar seu modelo nas cores do país na década de 80
Foto: Getty Images
Bastante semelhante ao de Bellof, o capacete do belga Thierry Boutsen se valia da combinação de preto com cores quentes, presentes também na bandeira de seu país