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Drugovich reconhece "chances limitadas" na F1 2023 e mira vaga de piloto reserva

O brasileiro Felipe Drugovich revelou que segue focado no sonho de chegar à Fórmula 1, mesmo como piloto reserva, e que não pensa no momento em uma mudança para a Indy

31 ago 2022 - 04h00
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Felipe Drugovich em Spa-Francorchamps
Felipe Drugovich em Spa-Francorchamps
Foto: Dutch Photo Agency / Grande Prêmio

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Felipe Drugovich abriu 43 pontos de vantagem na liderança da Fórmula 2 para Théo Pourchaire após a etapa da Bélgica e pode ser campeão já neste fim de semana na Holanda. Mesmo assim, o brasileiro segue sem oportunidades de subir para a Fórmula 1 e usa o exemplo do holandês Nyck de Vries, campeão em 2019, para mirar uma vaga como reserva para a temporada de 2023.

"Eu vejo meu futuro… quero dizer, de alguma forma eu vou pilotar algo no ano que vem. Ainda não sei o que vai ser, não sei o que vou pilotar no ano que vem. Pode acontecer como Nyck [de Vries], acho que chegar à Fórmula 1 hoje em dia é muito, muito difícil e parece que as oportunidades para um assento no ano que vem são obviamente muito limitadas", disse o piloto da MP Motorsport após terminar a corrida principal da F2 em Spa-Francorchamps na segunda posição.

"Acho que ainda há potencial para ser reserva em algum lugar, então precisamos tentar olhar para isso e encontrar talvez uma vaga como reserva. Além disso, existem outras categorias em que posso pilotar em outros lugares. Mas, por enquanto, estou focado neste campeonato, tentando vencê-lo, e espero que esse resultado possa me levar à Fórmula 1 algum dia. Nada para se preocupar agora", explicou Felipe.

Felipe Drugovich comemora segundo lugar na Bélgica (Foto: Dutch Photo Agency)

O brasileiro teve seu nome veículado nos bastidores da Indy nas últimas semanas. Contudo, Drugovich garante que não deseja uma mudança para o automobilismo americano neste momento e segue sonhando com a Fórmula 1.

"Por outro lado, não estamos olhando muito para a Indy, acho que estamos apenas tentando manter o foco na Fórmula 1 - esse é meu sonho, meu objetivo, e nós estamos tentando entrar nisso antes de tudo. Obviamente, a Indy é uma ótima categoria, mas no momento estou completamente focado na Fórmula 1", ressaltou o líder da Fórmula 2.

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Felipe Drugovich não quer mudança para a Indy (Foto: Dutch Photo Agency)

Um fator que dificulta a vida do brasileiro em busca de um assento na Fórmula 1 é não ter contrato com nenhuma academia de pilotos. Por mais que isso limite suas oportunidades de testes e não o coloque na linha de sucessão das equipes, Drugovich acredita que estar livre possa ser uma vantagem, já que pode negociar com qualquer time.

"Acho que me ajuda, na maioria dos lugares em que talvez haja um assento disponível, seja como reserva ou um assento principal, acho que estão livres de pilotos juniores. Então eu acho que estar nesta posição é na verdade muito bom para mim. Obviamente, também há as desvantagens de não estarmos sendo empurrados para a Fórmula 1, para conseguir um assento, porque não estou vinculado. Mas, por outro lado, estou completamente livre, então acho que é uma coisa boa", analisou Felipe.

Drugovich volta às pistas neste fim de semana para a etapa da Holanda da Fórmula 2, antepenúltima etapa da temporada de 2022 da categoria.

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