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Antônio Pizzonia, ex-piloto de Fórmula 1, é detido por agressão nos EUA

Brasileiro, que correu por Jaguar e Williams, acompanhava prova de kart do filho quando o caso teria acontecido

12 jan 2026 - 19h44
(atualizado às 21h30)
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Antônio Pizzonia, ex-piloto de Fórmula 1, foi detido por agressão nos Estados Unidos. O caso aconteceu no último sábado. A defesa de Pizzonia não foi localizada até o momento, e a nota será atualizada quando for possível contatá-la.

Segundo registrado pelo Montgomery County Police Reporter, site policial do condado de Montgomery, no Texas, o brasileiro foi detido por "agressão de classe A". A lei local tipifica este crime como lesão corporal causada conscientemente ou por negligência.

Esses casos são aplicados quando não há uso de armas ou ferimentos graves. A pena pode envolver um ano de prisão e multa de US$ 4 mil dólares (R$ 21,5 mil).

Conforme o portal americano TMZ Sports, Pizzonia acompanhava a primeira rodada do USA Winter Series, no Speedsportz Racing Park, na cidade de New Caney, quando a agressão teria acontecido. O filho do piloto, Antonio Pizzonia Neto, era um dos competidores.

O ex-piloto não permaneceu detido ou foi preso. Na manhã desta segunda-feira, porém, Pizzonia já havia feito publicações em redes sociais, nas quais aparece em casa com a filha. Ele pagou uma fiança de de US$ 750 (cerca de R$ 4 mil), segundo a AFP.

O brasileiro chegou à Fórmula 1 em 2003, correndo pela Jaguar. Naquela temporada, Pizzonia não pontuou e terminou em 21ª.

Em 2004 e 2005, ele defendeu a Williams. No primeiro ano com a escuderia britânica, Pizzonia ficou em 15º, com seis pontos. No segundo, foi 22º, com dois pontos. Entre 2007 e 2010, o piloto disputou a Stock Car.

Estadão
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