Antônio Pizzonia, ex-piloto de Fórmula 1, é detido por agressão nos EUA
Brasileiro, que correu por Jaguar e Williams, acompanhava prova de kart do filho quando o caso teria acontecido
Antônio Pizzonia, ex-piloto de Fórmula 1, foi detido por agressão nos Estados Unidos. O caso aconteceu no sábado, 10. Três dias depois, na terça-feira, 13, ele se manifestou por meio de publicação nas redes sociais.
"Pessoal, estou bem. Estou em casa", escreveu Pizzonia no início da manifestação. Em seguida, ele reconheceu que houve um episódio envolvendo a confusão, mas afirmou que, com a avaliação posterior dos fatos, teria adotado outra postura. "De fato houve um episódio do qual, hoje, eu teria reagido de forma diferente", declarou.
Conforme o portal americano TMZ Sports, Pizzonia acompanhava a primeira rodada do USA Winter Series, no Speedsportz Racing Park, na cidade de New Caney, quando a agressão teria acontecido. O filho do piloto, Antonio Pizzonia Neto, era um dos competidores.
O ex-piloto não permaneceu detido ou foi preso. Na manhã desta segunda-feira, porém, Pizzonia já havia feito publicações em redes sociais, nas quais aparece em casa com a filha. Ele pagou uma fiança de de US$ 750 (cerca de R$ 4 mil), segundo a AFP.
O brasileiro chegou à Fórmula 1 em 2003, correndo pela Jaguar. Naquela temporada, Pizzonia não pontuou e terminou em 21ª.
Em 2004 e 2005, ele defendeu a Williams. No primeiro ano com a escuderia britânica, Pizzonia ficou em 15º, com seis pontos. No segundo, foi 22º, com dois pontos. Entre 2007 e 2010, o piloto disputou a Stock Car.