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Ritmo alucinante marca a 95ª São Silvestre

31 dez 2019
15h03
atualizado às 15h03
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A 95ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre teve como grande marca o ritmo alucinante dos competidores, especialmente dos africanos. Entre os homens, o queniano Kibiwott Kandie bateu o recorde da prova, enquanto no feminino Brigid Kosgei quase repetiu o feito do compatriota.

Em final emocionante, Kandie passou Jacob Kiplimo, atleta de apenas 19 anos e que estava prestes a dar a primeira vitória à Uganda na tradicional prova paulistana, nos últimos metros e quebrou o recorde que já durava 24 anos. Vale ressaltar que só foram contabilizadas performances a partir de 1991, quando a corrida passou a ser disputada em 15km.

Com o tempo de 42min59s, o queniano teve um desempenho melhor que o do compatriota e lenda Paul Tergat, que, em 1995, terminou o trajeto em 43min12s. O nível da prova foi tão alto que até Kiplimo, o segundo colocado, baixou a marca do pentacampeão ao somar 43m.

Entre as mulheres, Brigid Kosgei, recordista mundial em maratonas, dominou a prova do começo ao fim e namorou o recorde da São Silvestre até os quilômetros finais, mas a queda de ritmo na parte derradeira deu a queniana a terceira melhor marca da corrida, atrás apenas das compatriotas Jemima Sumgong (48min35s) e Priscah Jeptoo (48min48s), campeãs em 2016 e 2011, respectivamente.

Nos cadeirantes, Vanessa de Souza tornou-se tricampeã e de quebra bateu seu próprio recorde. Agora, o melhor tempo da categoria é de 44min22s. A brasileira, inclusive, almeja a classificação para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

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