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Trump ordena que Departamento de Energia perfure poços de petróleo agora e exige preços mais baixos

Em sua rede social, ele disse que está de olho para ver se vão manter os preços do petróleo ou reduzi-lo

23 jun 2025 - 12h00
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O presidente dos EUA, Donald Trump, demonstrou insatisfação nas redes sociais com os preços elevados do petróleo e pediu que "todos" se movimentem para reduzi-lo. Em publicação na Truth Social, o republicano ordenou ao Departamento de Energia (DoE, em inglês) americano que "perfure, baby, perfure", em referência ao seu lema de campanha que defende o aumento da extração de petróleo em território nacional. "E quero dizer AGORA!", acrescentou.

Trump disse que está observando se "todos" manterão os preços do petróleo baixos, sem especificar a quem estava se referindo ou sinalizar qual o nível ideal das cotações para o presidente americano. "Estou de olho! Vocês estão caindo no jogo do inimigo. Não façam isso!", escreveu, em outra publicação.

Os preços do petróleo saltaram mais de 3% na noite de ontem e chegaram a alcançar o maior nível desde janeiro deste ano, após ataques dos EUA contra instalações nucleares do Irã aumentarem temores de escalada no conflito do Oriente Médio.

Entre as preocupações, está o possível fechamento do Estreito de Ormuz, por onde cerca de 20% do petróleo global é escoado. Contudo, os preços da commodity operam voláteis, com os contratos mais líquidos do WTI e do Brent em queda modesta por volta das 10h50 (de Brasília).

Mudança de rota

Segundo informações da Bloomberg, pelo menos, dois superpetroleiros, cada um com capacidade para transportar cerca de 2 milhões de barris de petróleo bruto, deram meia-volta no Estreito de Ormuz, após ataques aéreos dos EUA ao Irã aumentarem o risco de uma resposta que prejudicaria a navegação comercial na região.

Eles entraram na hidrovia e mudaram abruptamente de curso no domingo, de acordo com dados de rastreamento de embarcações compilados pela Bloomberg. Os dois cargueiros vazios então navegaram para o sul, afastando-se da foz do Golfo Pérsico.

Estadão
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