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Tereza Cristina diz que Brasil tem meios para negociar tarifa; frente do agro fala em 'cautela'

Frente Parlamentar da Agropecuária avalia que a nova alíquota vai produzir reflexos diretos que atingem o agronegócio nacional

9 jul 2025 - 20h07
(atualizado às 23h41)
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BRASÍLIA - A senadora e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Tereza Cristina (PP-MS), defendeu que as instituições brasileiras precisam ter "calma e equilíbrio" após os Estados Unidos anunciarem a imposição de tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

"A nossa diplomacia deve cuidar dos altos interesses do Estado brasileiro. Brasil e Estados Unidos têm longa parceria e seus povos não devem ser penalizados. Ambos têm instrumentos legais para colocar à mesa de negociação nos próximos 22 dias", disse a senadora em nota ao Estadão/Broadcast.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou mais cedo que os EUA vão impor tarifa de 50% sobre os produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto. Trata-se da mais alta alíquota divulgada a partir de cartas enviadas pelo republicano aos países desde o início desta semana.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS)
A senadora Tereza Cristina (PP-MS)
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado / Estadão

Já a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pediu "cautela e diplomacia firme" ao governo brasileiro. "A FPA manifesta preocupação com a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A medida, comunicada por meio de carta oficial enviada ao governo brasileiro, representa um alerta ao equilíbrio das relações comerciais e políticas entre os dois países", disse a bancada da agropecuária em nota.

A FPA avalia que a nova alíquota vai produzir reflexos diretos que atingem o agronegócio nacional. "Com impactos no câmbio, no consequente aumento do custo de insumos importados e na competitividade das exportações brasileiras. Diante desse cenário, a FPA defende uma resposta firme e estratégica: é momento de cautela, diplomacia afiada e presença ativa do Brasil na mesa de negociações", defendeu a FPA na nota.

Por fim, a frente defendeu o fortalecimento das tratativas bilaterais entre os países, sem isolamento do Brasil perante às negociações. "A diplomacia é o caminho mais estratégico para a retomada das tratativas", argumenta a FPA.

Estadão
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