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STOXX 600 cai conforme perdas no setor de luxo ofuscam alta de ações de commodities e defesa

24 set 2025 - 14h53
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O índice pan-europeu STOXX 600 caiu nesta quarta-feira, conforme a alta das ações relacionadas a commodities e defesa enfrentaram resistência de papéis de saúde e de luxo, enquanto investidores analisavam novas pistas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, sobre a trajetória da política monetária dos Estados Unidos.

O STOXX 600 fechou em queda de 0,19%, a 553,88 pontos, enquanto as bolsas regionais registraram resultados mistos, com o índice francês na liderança das perdas.

O setor de recursos básicos saltou 1,8%, conforme preços do cobre atingiram o maior nível em 15 meses, enquanto os preços do petróleo atingiram um pico em três semanas, o que impulsionou o setor de energia para alta de 1,5%.

As ações de defesa, incluindo Rheinmetall, Hensoldt e SAAB, subiram entre 3% e 8% depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar que a Ucrânia pode retomar todas as terras ocupadas pela Rússia e que Kiev deveria agir agora.

Perdas em ações de luxo, como LVMH, Hermes, Richemont e EssilorLuxottica, limitaram os ganhos do STOXX 600. O setor de luxo caiu 1,5%.

Enquanto isso, as ações do setor de saúde recuaram 0,6%, com AstraZeneca e Roche em queda de 2% e 0,4%, respectivamente.

O setor de automóveis reduziu perdas e fechou em queda de 0,6%, depois que a Bloomberg News noticiou que Washington formalizou tarifas mais baixas para automóveis, a partir de 1º de agosto.

As ações de Wall Street também caíram conforme investidores analisavam os últimos comentários de Powell, que ofereceram pouca clareza sobre o caminho a ser seguido pelo Fed em relação a taxa de juros.

Operadores estão apostando em pelo menos mais um corte nos juros este ano, com as chances de um movimento em outubro chegando a 94%, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

"O risco é que o Fed se torne mais brando até a reunião de dezembro, porque a política monetária restritiva pode piorar o cenário de emprego e os riscos de alta da inflação não estão se materializando", disse Elias Haddad, estrategista sênior de mercados da Brown Brothers Harriman.

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