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Pet Estadão: portal sobre animais de estimação será lançado nesta sexta-feira

Site especializado se destina a tutores, profissionais e todos que querem entender melhor o universo dos pets

5 jun 2025 - 14h42
(atualizado às 15h00)
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A partir do dia 6 de junho, o Estadão amplia sua oferta de conteúdos especializados com o lançamento oficial do Pet Estadão, portal para quem é tutor, profissional do setor ou quer entender melhor o universo dos animais de estimação.

Voltado tanto ao leitor que está começando agora a relação com seu pet quanto a quem já conhece bem essa interação, o portal - que já vinha operando em versão beta há alguns meses - trará reportagens, dicas práticas para o dia a dia dos tutores, conteúdos sobre saúde, nutrição e comportamento, além de análises e tendências de mercado.

Também vai acompanhar temas como sustentabilidade, inovação, bem-estar animal e consumo consciente, pilares que estão moldando o futuro do setor. Sempre com especialistas explicando, orientando e descomplicando os temas.

O Pet Estadão (pet.estadao.com.br) estará presente também no Instagram, no Facebook, no Linkedin e no X (ex-Twitter), com conteúdos alinhados à linguagem de cada uma das plataformas, sem abrir mão do rigor em divulgar informações.

O novo site está alinhado a um dos propósitos do jornal, reafirmados no seu aniversário de 150 anos: investir em mais conteúdos digitais, com novas propostas, para levar jornalismo de qualidade a um número maior de pessoas.

"O Pet Estadão reafirma nosso compromisso em levar ao nosso público informação de qualidade sobre um tema relevante para milhões de brasileiros", afirma o diretor de Marketing e Inteligência de Mercado do Estadão, Rodrigo Flores.

"É um espaço em que os temas são tratados com profundidade, as novidades do setor se cruzam com histórias reais, aliando o cuidado com os pets à informação e ao conhecimento", reforça o professor e empreendedor Mauro Nogaroto, responsável pelo conteúdo do Pet Estadão após 20 anos de experiência em negócios e tendências de mercado.

Mercado brasileiro de pets cresceu 10% no ano passado

Cada vez mais, os bichos de estimação fazem parte da vida das famílias. E a relação com cães, gatos, pássaros, peixes e animais exóticos vai além do cuidado diário. É também uma troca constante de presença e afeto.

O Brasil ocupa hoje lugar de destaque no mercado global, ao lado de Estados Unidos e China. São 164,6 milhões de animais de estimação em 2024, crescimento de 2,36% em relação aos 160 milhões de 2023, nos cálculos da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e do Instituto Pet Brasil.

Todas as espécies apresentaram crescimento no período: cães, aves canoras e ornamentais, gatos, peixes ornamentais, além de répteis e pequenos mamíferos. Mais populosos no Brasil, os cães saltaram de 62,2 milhões para 63,7 milhões. Em segundo lugar, as aves canoras e ornamentais subiram de 42,8 milhões para 43,2.

Os cuidados de cada família com seu pet ajudam a explicar o crescimento do mercado nacional. O setor faturou R$ 75,4 bilhões no País em 2024, aumento de 9,6% em relação a 2023, de acordo com o Instituto Pet Brasil e a Abinpet. Isso significa uma fatia de 0,36% do PIB, superior ao setor de utilidades domésticas, por exemplo. Desse total, só a venda de alimentos industrializados para animais de estimação encerrou o ano com R$ 40,8 bilhões.

O crescimento poderia ser maior, na opinião de José Edson Galvão de França, presidente da Abinpet. "Os responsáveis podem até diminuir a ida ao banho e tosa, escolher um produto standard no lugar do premium ou comprar menos snacks, mas não deixam de cuidar", diz.

As mudanças do perfil das famílias brasileiras ajudam a explicar a solidez do setor. Existem mais casais que optam por não ter filhos, ou por ter somente um, e buscam a companhia de um pet, na visão de Caio Villela, presidente do Instituto Pet Brasil.

"Os números reforçam a noção de que a vida nos grandes centros, com famílias menores, têm feito com que animais que exijam cuidados mais simples sejam atraentes para um número cada vez maior de pessoas", analisa.

Isso faz com que os tutores aumentem os cuidados com a saúde do animal e invistam mais em alimentação, médicos veterinários, creches e profissionais do ramo. Os pets requerem produtos de qualidade em vários segmentos, como pet food (alimentação), pet care (equipamentos, utilidades e produtos de higiene e beleza) e pet vet (medicamentos veterinários).

O desenvolvimento do mercado também é reflexo do reconhecimento dos benefícios da interação entre humanos e animais para a saúde - dos dois lados. A médica veterinária Laura Pinseta, mestre em Bem-estar Animal pela USP, destaca a contribuição dos pets para a melhoria da qualidade de vida do ser humano.

Nesse contexto, a amizade entre crianças e seus pets, por exemplo, deixa qualquer casa muito mais alegre. Além de serem fofos e companheiros, os pets ajudam a construir empatia e a saúde emocional dos pequenos. É uma nova forma de ver os pets, com maior responsabilidade, conexão e consciência.

A especialista lembra ainda a mudança de percepção sobre questões ambientais que, em sua visão, também incluem os animais em geral. "Hoje, as pessoas se preocupam com o ambiente de uma maneira mais abrangente", opina.

Sensível a todas essas mudanças culturais, econômicas e que fazem parte da vida cotidiana, o Estadão quer se conectar de maneira mais direta com os leitores com o site Pet Estadão.

"É isso que o Pet Estadão oferece: informação confiável, escrita com o rigor de uma das maiores redações do País, e ao mesmo tempo acessível, útil e próxima de quem lê", diz Mauro Nogaroto.

Em todo o mundo existe cerca de 1,77 bilhão de pets. Os mais populosos são os peixes ornamentais, que somam 676,7 milhões. No segundo lugar global estão os cães, com 486 milhões.

Estadão
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