Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Ministra das Finanças do Japão afirma a Bessent que premiê não é reflacionista

29 set 2026 - 07h44
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, informou ao secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que a premiê Sanae Takaichi não é reflacionista, buscando conter receios do mercado e de Washington sobre a volta de políticas da Abenomics. Em meio a preocupações com gastos e cortes de impostos, Katayama garantiu cooperação cambial com os EUA, enquanto o ministro da Economia, Minoru Kiuchi, reforçou que a fase de forte afrouxamento fiscal e monetário no país chegou ao fim.

A ministra ‌das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que deixou claro ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, durante uma ligação telefônica na semana passada, que a primeira-ministra Sanae ⁠Takaichi não é uma reflacionista.

"Expliquei que a primeira-ministra ‌Takaichi não é uma reflacionista. Como já expliquei repetidamente em várias ocasiões recentemente, ressaltei que ‌isso é algo que ela ‌própria já afirmou", disse Katayama.

Ela acrescentou que ⁠manterá uma comunicação estreita com o Tesouro dos EUA e continuará trabalhando com Washington para garantir a estabilidade dos mercados cambiais.

Os comentários de Katayama refletem os esforços do governo Takaichi para dissipar ‌as especulações do mercado de que a primeira-ministra seria ‌favorável a políticas ⁠reflacionistas, enquanto ⁠ela busca o que descreve como uma agenda fiscal "responsável e ⁠proativa".

O ministro da ‌Economia, Minoru Kiuchi — ‌amplamente considerado um reflacionista devido à sua cautela no passado em relação a aumentos da taxa de juros e à sua associação com ⁠um grupo de parlamentares a favor de gastos expansionistas — afirmou na semana passada que a fase das políticas reflacionistas no estilo da Abenomics, com flexibilização monetária e ‌gastos fiscais ágeis, havia chegado ao fim.

As declarações dos ministros responsáveis pela economia vieram depois que ⁠Bessent sugeriu que a prioridade do Japão deveria ser combater a inflação, em vez de estimular o crescimento, sinalizando preocupação com o que ele vê como elementos remanescentes do Abenomics nas políticas de Takaichi e entre seus aliados políticos.

Os mercados têm encarado a agenda de crescimento de Takaichi com cautela, considerando seus planos de gastos, um corte temporário do imposto sobre vendas de alimentos e seus laços com assessores políticos associados ao Abenomics como potencialmente reflacionários.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra