BCE tem tempo, mas precisa de flexibilidade, afirma Kazimir
29 set
2026
- 07h53
Resumo
Segundo Peter Kazimir, membro do Banco Central Europeu (BCE), os altos preços da energia continuam sendo determinantes para os rumos das taxas de juros, tendo tornado inevitável a recente alta. O dirigente destacou que a instituição tem tempo para agir com flexibilidade e apontou que os dados de reajuste de preços de janeiro serão cruciais para mensurar os impactos secundários do choque energético sobre a inflação, sem adiantar como votará nas próximas reuniões.
Segundo Peter Kazimir, membro do Banco Central Europeu (BCE), os altos preços da energia continuam sendo determinantes para os rumos das taxas de juros, tendo tornado inevitável a recente alta. O dirigente destacou que a instituição tem tempo para agir com flexibilidade e apontou que os dados de reajuste de preços de janeiro serão cruciais para mensurar os impactos secundários do choque energético sobre a inflação, sem adiantar como votará nas próximas reuniões.
Os preços da energia continuam sendo um fator fundamental para o Banco Central Europeu na decisão sobre seus próximos passos, afirmou o membro do BCE Peter Kazimir nesta terça-feira, sem comentar como votará sobre as taxas de juros nas próximas reuniões.
Kazimir afirmou que o aumento da taxa de juros pelo BCE neste mês foi inevitável devido ao choque de energia e que os preços elevados da energia estão se prolongando mais do que o previsto.
Ele disse que o banco tem tempo para ser flexível e acrescentou que os dados de reajuste de preços de janeiro serão fundamentais para que ele possa avaliar o impacto dos efeitos secundários do aumento dos preços da energia sobre a inflação.
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