Com oferta de cripto as a service, Zero Hash desembarca no Brasil
Com escritório em São Paulo, empresa chega ao país apoiada por nomes como Tiago Galli (cofundador do C6 Bank)
Em um mercado em que serviços financeiros como serviço ganham cada vez mais espaço, a Zero Hash quer se destacar como o nome de infraestrutura cripto as a service. Para isso, a fintech acabou de anunciar a sua chegada ao mercado brasileiro, com a abertura de um escritório em São Paulo.
Segundo destaca a Zero Hash, seu portfólio permite que empresas possam lançar produtos cripto com pouco esforço técnico e regulatório. A plataforma fornece aos clientes uma solução ampla na oferta de criptomoedas, incluindo serviços de liquidez, custódia, conciliação e infraestrutura regulatória, tudo por meio de integrações de API.
A operação brasileira da Zero Hash já começa com 50 pessoas na equipe, e terá como líder Fernando Velicka, que assume o cargo de Head na América Latina. Velicka chega com um currículo de peso, com passagens em marcas como Mercado Pago e RecargaPay.
Paula Marques foi nomeada para liderar a área de compliance no Brasil, com experiência anterior em empresas como Mercado Livre e Banco Itaú. Além disso, no conselho consultivo da Zero Hash está Tiago Galli, cofundador do C6 Bank e executivo envolvido em diversos projetos quentes do cenário atual, como a Raketo, de Fred Santoro (ex-Amazon).
Aposta em parcerias
Segundo destacou em nota o CEO da Zero Hash, Edward Woodford, o plano para o Brasil é reproduzir algumas das parcerias que a companhia já desenvolveu com grandes instituições financeiras em outros mercados internacionais. "Temos o prazer de possibilitar que nossos parceiros no Brasil possam oferecer produtos cripto, utilizando nossas soluções de custódia, execução, conciliação e liquidez líderes do setor", comenta Edward em comunicado.
Para Fernando Velicka, a América Latina e o Brasil ainda guardam um grande potencial quando se fala em serviços financeiros baseados em cripto, e a expertise da Zero Hash vai ajudar nesta transformação de mercado. "Ela permite que algumas das empresas mais relevantes do mercado de pagamentos global, possam oferecer produtos cripto a seus clientes," completa Velicka.
Fundada em 2017, a Zero Hash até hoje já levantou cerca de US$ 170 milhões em investimentos. O aporte mais recente veio no começo deste ano, com uma série D em que a fintech captou US$ 105 milhões, em uma rodada liderada pela Point72, juntamente com a Nyca Partners e a Bain Capital.
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