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Meta de inflação de 3,25% para 2023 é coerente com credibilidade da política monetária, diz Economia

25 jun 2020 - 18h45
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A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de fixar meta de inflação de 3,25% para 2023 é coerente com a elevada credibilidade da política monetária, afirmou o Ministério da Economia em nota divulgada nesta quinta-feira, acrescentando que a redução estrutural da inflação foi beneficiada pela consolidação fiscal.

Uma das sedes do Ministério da Economia em Brasília
03/01/2019
REUTERS/Adriano Machado
Uma das sedes do Ministério da Economia em Brasília 03/01/2019 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

"A crise causada pela pandemia da Covid-19 afeta a economia brasileira por diversos canais com um resultado líquido sobre os preços altamente desinflacionário, de forma que uma redução da meta para 2023 não implica custos adicionais aos já provocados pela pandemia", diz a nota.

O ministério disse que, mesmo diante da piora do quadro fiscal gerada pela crise, o ambiente de expectativa de controle de gastos estimulado pelas reformas já aprovadas e pela determinação do governo de manter o equilíbrio e o teto de gastos minimiza riscos sobre a inflação.

"A perspectiva de redução estrutural da inflação foi beneficiada pela consolidação fiscal da economia, obtida a partir de medidas como a aprovação e preservação do teto de gastos e da Nova Previdência, que produziram expectativas de uma redução na trajetória de gastos, criando um ambiente favorável para uma redução estrutural da inflação e dos juros de equilíbrio", diz a nota.

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