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Inflação na China permanece fraca apesar de recuperação econômica

10 nov 2020 - 07h42
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Os preços nos portões das fábricas da China caíram a um ritmo mais forte do que o esperado em outubro, pressionados pela demanda fraca por combustível mesmo que os setores comerciais e de indústria tenham apresentado forte recuperação da queda provocada pela Covid-19.

Funcionário coloca placa de preço da carne suína em supermercado de Hangzhou, na China. China Daily via REUTERS
Funcionário coloca placa de preço da carne suína em supermercado de Hangzhou, na China. China Daily via REUTERS
Foto: Reuters

A inflação ao consumidor também foi fraca, chegando à mínima em 11 anos uma vez que os preços da carne suína interromperam um ano e meio de fortes aumentos que foram alimentados pela falta da popular carne.

Embora a fraqueza dos preços reflita principalmente variações em itens voláteis, ela também mostra que a demanda por produtos industriais continua fraca na segunda maior economia do mundo, apesar de sinais de melhora modesta nos últimos meses.

O índice de preços ao produtor caiu 2,1% em outubro na comparação com o ano anterior, informou a Agência Nacional de Estatísticas, mesmo ritmo de setembro e contra expectativa em pesquisa da Reuters de recuo de 2,0%.

"Esperamos que tanto os preços ao produtor quanto ao consumidor fiquem fracos no quarto trimestre", disse Zhaopeng Xing, economista de mercados do ANZ. "Entretanto, a inflação deve se recuperar depois do primeiro trimestre de 2021, graças à crescente demanda pós-pandemia."

Na comparação mensal, os preços ao produtor ficaram estáveis, de uma alta de 0,1% no mês anterior.

Já o índice de preços ao consumidor subiu 0,5% sobre o ano anterior, ritmo mais lento desde outubro de 2009, contra expectativa de alta de 0,8% em pesquisa da Reuters e avanço de 1,7% em setembro.

Os preços da carne suína caíram 2,8% em outubro na comparação anual, marcando a primeira deflação depois de 19 meses de fortes aumentos devido a restrições de oferta por conta da febre suína africana. Os preços haviam subido 25,5% em setembro.

Na base mensal, os preços ao consumidor caíram 0,3% em outubro.

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