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Impacto para as contas públicas com novo salário mínimo de R$1.100 é de cerca de R$4 bi, diz Sachsida

30 dez 2020 - 19h39
(atualizado às 19h45)
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O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta quarta-feira que o impacto para as contas públicas do reajuste do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2021 --que passará a ser de 1.100 reais-- ficará em aproximadamente 4 bilhões de reais, ressalvando que a elevação está dentro do teto de gastos públicos.

Funcionários trabalham na fachada do prédio do Ministério da Economia. 03/01/2019. REUTERS/Adriano Machado.
Funcionários trabalham na fachada do prédio do Ministério da Economia. 03/01/2019. REUTERS/Adriano Machado.
Foto: Reuters

"Se você comparar os valores, estamos falando de um aumento aqui aproximado de 4 bilhões de reais, então está dentro do espaço do teto, acho que estamos bem embasados nisso e o respeito ao teto", disse Sachsida, em entrevista virtual.

"Todas as regras fiscais serão respeitadas", reforçou.

O novo valor do salário mínimo foi anunciado no início da noite pelo presidente Jair Bolsonaro em sua conta no Twitter.

O ministro interino da Economia, Marcelo Guaranys, disse que o reajuste do salário mínimo tem como base o INPC e foi no mesmo aplicado no ano passado.

O secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, foi na mesma linha de Guaranys e destacou que o governo vai avaliar os ajustes nos relatórios bimestrais para avaliar as despesas e até um eventual contingenciamento de gastos.

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