Gerdau vê manutenção de margens no Brasil no 1º tri, mas crescimento na América do Norte
A Gerdau trabalha com um cenário de manutenção das margens no primeiro trimestre do ano no Brasil, citando um mercado ainda desafiador, conforme apresentação preparada para a teleconferência com analistas nesta terça-feira.
No documento, a companhia cita expectativa de leve retomada da demanda doméstica de aços longos, após período de sazonalidade, enquanto também vê a dinâmica de preços com tendência de estabilidade.
Para a operação na América do Norte, a companhia enxerga crescimento de margens nos primeiros três meses do ano, apontando uma melhora sazonal de volumes e backlog em nível elevado, de cerca de 85 dias.
O grupo também citou expansão de metal spread, mesmo diante da leve recuperação dos preços de sucata, e contribuição da eficiência operacional para a estabilidade de custos.
A Gerdau reportou na véspera resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$2,374 bilhões no último trimestre de 2025, queda de 0,7% em relação ao mesmo período de 2024, com a margem nessa linha ficando em 14%, de 14,2% um ano antes.
No Brasil, a margem Ebitda ajustada ficou em 7,1%, bem abaixo dos 18,5% do mesmo período do ano anterior, enquanto a América do Norte chegou a 21,1%, de 10,8% um ano antes.
A videoconferência sobre o balanço está prevista para as 12h.